SATISFAÇÃO DO ATLETA DE FUTSAL E O TEMPO DE EXPERIÊNCIA NO ESPORTE - DOI: http://dx.doi.org/10.18511/0103-1716/rbcm.v23n3p64-69

Autores

  • Patricia Carolina Borsato Passos Universidade Estadual de Maringá
  • Luciane Cristina Arantes da Costa Universidade Estadual de Maringá
  • Isabella Caroline Belem Universidade Estadual de Maringá
  • Andressa Ribeiro Contreira Universidade Estadual de Maringá
  • Jorge Both Universidade Estadual de Londrina
  • Lenamar Fiorese Vieira Universidade Estadual de Maringá

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v23i3.5102

Resumo

O objetivo deste estudo foi analisar o nível de satisfação de atletas do futsal paranaense em função do tempo de experiência no esporte. Fizeram parte do estudo 75 atletas de futsal, do sexo masculino, com média de idade 25,31 anos (± 5,21 anos), de cinco equipes paranaenses participantes da Liga Nacional de Futsal 2013. Os instrumentos de pesquisa utilizados foram a ficha de identificação dos atletas e o Questionário de Satisfação do Atleta. Para análise dos dados foram utilizados os testes não paramétricos Friedman e U de Mann Whitney, adotando-se p<0,05. Foram verificados altos níveis de satisfação dos atletas; a dimensão dedicação pessoal foi a mais significativa (p<0,05). As dimensões treino instrução e ética também foram destacadas pelos atletas (p<0,05). Foram encontrados menores níveis satisfação nas dimensões desempenho da equipe, utilização habilidade e orçamento (p<0,05). Os atletas pouco experientes (?7 anos de prática) mostraram-se mais satisfeitos quando comparados aos atletas muito experientes (?8 anos de prática) nas dimensões desempenho da equipe, integração na equipe e orçamento (p<0,05). Concluiu-se que o tempo de experiência no esporte é um elemento interveniente no nível de satisfação dos atletas de futsal, evidenciando que quanto maior o tempo de prática, maiores as exigências com questões relacionadas à equipe.

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Biografia do Autor

Patricia Carolina Borsato Passos, Universidade Estadual de Maringá

Professora Mestre. Docente na Universidade Paranaense e na Prefeitura de Maringá. Discente do doutorado no Programa de Pós-Graduação em Educação Fí­sica associado UEM/UEL.

Luciane Cristina Arantes da Costa, Universidade Estadual de Maringá

Professora Doutora. Docente no Departamento de Educação Física na Universidade Estadual de Maringá.

Isabella Caroline Belem, Universidade Estadual de Maringá

Professora Mestre. Docente da Universidade Paranaense.

Andressa Ribeiro Contreira, Universidade Estadual de Maringá

Professora Mestre. Docente do Departamento de Educação Física na Fundação Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Mandaguari. Discente do doutorado no Programa de Pós-Graduação em Educação Fí­sica associado UEM/UEL.

Jorge Both, Universidade Estadual de Londrina

Professor Doutor. Docente no Departamento de Educação Física na Universidade Estadual de Londrina. Programa de Pós-Graduação em Educação Fí­sica associado UEM/UEL.

Lenamar Fiorese Vieira, Universidade Estadual de Maringá

Professora Doutora. Docente no Departamento de Educação Física na Universidade Estadual de Maringá. Programa de Pós-Graduação em Educação Fí­sica associado UEM/UEL.

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Publicado

2015-06-27

Edição

Seção

Artigo Original