VERIFICAÇÃO DE UM MODELO TEÓRICO ENTRE BEM-ESTAR SUBJETIVO E AUTOESTIMA EM IDOSOS BRASILEIROS

Autores

  • Maria Christina Soares Gomes Universidade Estadual de Montes Claros
  • Thatiana Maia Tolentino Faculdade Santo Agostinho
  • Maria de Fatima de Matos Maia Universidade Estadual de Montes Claros
  • Nilton Soares Formiga Faculdade Internacional da Paraíba/ Laureate International Universities, PB
  • Gislane Ferreira de Melo Universidade Católica de Brasília

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v24i2.5261

Resumo

O objetivo desse estudo foi verificar a relação entre Bem-Estar Subjetivo e Autoestima em idosos. A amostra foi composta por 219 idosos de 60 a 82 anos de idade residentes no norte de Minas Gerais - Brasil. A análise fatorial confirmatória corroborou a estrutura psicométrica das dimensões propostas por Kozma e Stones1 para a escala de bem-estar (MUNSH) e por Rosenberg2 para a autoestima. Observaram-se indicadores estatísticos que garantiram o modelo explicativo entre as variáveis: modelo 1 - o bem-estar positivo associou-se, positivamente, com a autoestima positiva e, negativamente, com autoestima negativa; modelo 2 – observou-se uma associação positiva do bem-estar negativo, com a autoestima negativa e, negativamente, com a autoestima positiva. Foi possível verificar por meio de um modelo sistêmico a relação do bem-estar subjetivo com a autoestima que visa identificar a satisfação que o indivíduo tem sobre a vida, social e individual na perspectiva de contribuir para um desenvolvimento de uma autoestima positiva. Conclui-se que é de suma importância refletir sobre questões ligadas à saúde dos idosos principalmente em relação ao melhor desenvolvimento e foco no bem-estar com objetivos que favoreçam uma construção melhor da autoestima, percebido que a melhoria do BES positivo inibe a possibilidade de uma autoestima negativa, ou seja, dissolve a imagem negativa sobre si.

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Biografia do Autor

Maria Christina Soares Gomes, Universidade Estadual de Montes Claros

Mestre em Gerontologia. Docente da Universidade Estadual de Montes Claros. Integrante do Grupo Integrado de Pesquisa em Psicologia do Esporte, Exercício e Saúde, Saúde Ocupacional e Mídia. Montes Claros, Minas Gerais – Brasil.

Thatiana Maia Tolentino, Faculdade Santo Agostinho

Doutora em Educação Física. Docente da Faculdade Santo Agostinho de Sete Lagoas. Integrante do Grupo Integrado de Pesquisa em Psicologia do Esporte, Exercício e Saúde, Saúde Ocupacional e Mídia. Sete Lagoas, Minas Gerais – Brasil.

Maria de Fatima de Matos Maia, Universidade Estadual de Montes Claros

Doutora em Educação Física. Docente da Universidade Estadual de Montes Claros. Líder do Grupo Integrado de Pesquisa em Psicologia do Esporte, Exercício e Saúde, Saúde Ocupacional e Mídia. Montes Claros, Minas Gerais – Brasil.

Nilton Soares Formiga, Faculdade Internacional da Paraíba/ Laureate International Universities, PB

Doutor em Psicologia Social. Docente da Faculdade Internacional da Paraíba/ Laureate International Universities. Paraíba - Brasil.

Gislane Ferreira de Melo, Universidade Católica de Brasília

Doutora em Educação Física. Docente da Universidade Católica de Brasília. Brasília, Distrito Federal – Brasil.

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Publicado

2016-06-30

Edição

Seção

Artigo Original