POTÊNCIA ANAERÓBIA MÁXIMA E ÍNDICE DE FADIGA EM ATLETAS DE FUTSAL FEMININO: UMA ANÁLISE ENTRE AS POSIÇÕES

Autores

  • Poliane Dutra Alvares
  • Renata Rodrigues Diniz UFMA
  • Paulo Vitor Albuquerque Santana UFMA
  • Franciléia Andrade Lima UFMA
  • Laissa Lima da Costa UFMA
  • Richard Diego Leite UFMA
  • Raul Pinho de Carvalho UFMA
  • Andréa Dias Reis UFMA
  • Flávio de Oliveira Pires UFMA

DOI:

https://doi.org/10.31501/rbcm.v25i4.6350

Palavras-chave:

processos estocásticos, movimento de reversão à média, opções reais híbridas, simulação de monte carlo, análise de projetos.

Resumo

Resumo - Não existem evidências científicas traçando um perfil metabólico ideal de jogadores de futsal. Tornando-se necessário compreender um pouco mais sobre algumas variáveis importantes da modalidade e a posição que cada jogador atua. O estudo objetivou traçar o perfil morfológico, mensurar a potência máxima anaeróbia e o índice de fadiga de atletas de Futsal feminino correlacionando com as diferentes posições de jogo. Participaram 17 atletas do sexo feminino, idade de 21,38±4,38 anos, estatura 1.59±0.07m e massa corporal 56.2±8.2kg. Foram avaliadas medidas antropométricas, composição corporal, neuromotora e da potência anaeróbia máxima. Para caracterização da amostra utilizou-se a estatística descritiva (média ± desvio padrão), mínimo e máximo. Foi utilizado o teste de Shapiro Wilk para a normalidade dos dados, teste t de Student pareado, Correlação de Pearson e ANOVA one-way para relacionar algumas dessas variáveis, sendo adotado um nível de significância de p<0,05. Tratou-se de uma equipe bem homogênea nos aspectos morfológicos, porém observou-se uma diferença significativa na agilidade das atletas ao comparar a corrida com e sem a utilização da bola. Ao correlacionar os aspectos anaeróbios entre as posições, não foram observadas diferenças estatísticas na potência anaeróbia máxima absoluta (p=0.2046) e relativa (p=0.2046). Em contrapartida, a equipe apresentou em todas as posições nessa variável, valores relativos considerados como fraco (<10,19W/Kg). No índice de fadiga obtiveram valores classificados como excelente e apresentaram diferenças entre as posições (p=0.0479), em especial entre Alas e Pivôs. Concluiu-se que mesmo com níveis fracos na potência anaeróbia, não houve diferenças significativas entre as posições de jogo, o que pode estar relacionado com o futsal mais dinâmico atual. Mesmo apresentando diferenças estatísticas entre as posições, todas as atletas possuíam um nível excelente no índice de fadiga, variável que contribui para o esforço intenso e repetitivo, característica importante do Futsal.

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Biografia do Autor

  • Poliane Dutra Alvares
    Membra do Núcleo de Pesquisa em Adaptações Neuroimunoendócrinas ao Exercício - NANO - Universidade Federal do Maranhão.
  • Renata Rodrigues Diniz, UFMA
    Pós- graduada em Treinamento Desportivo pela Faculdade Pitágoras
  • Paulo Vitor Albuquerque Santana, UFMA
    Membro do Núcleo de Pesquisa em Adaptação Neuroimunoendócrina ao Exercício (NANO) – Universidade Federal Do Maranhão.
  • Franciléia Andrade Lima, UFMA
    Membra do Núcleo de Pesquisa em Adaptação Neuroimunoendócrina ao Exercício (NANO) – Universidade Federal Do Maranhão.
  • Laissa Lima da Costa, UFMA
    Membra do Núcleo de Pesquisa em Adaptação Neuroimunoendócrina ao Exercício (NANO) – Universidade Federal Do Maranhão.
  • Richard Diego Leite, UFMA
    Professor do Departamento de Educação Física- Universidade Federal do Maranhão; Programa de Pós-Graduação Ciências da Saúde – Universidade Federal do Maranhão; Coordenador do Núcleo de Pesquisa em Adaptação Neuroimunoendócrina ao Exercício (NANO) – Universidade Federal Do Maranhão.
  • Raul Pinho de Carvalho, UFMA
    Membro do Núcleo de Pesquisa em Adaptação Neuroimunoendócrina ao Exercício (NANO) – Universidade Federal Do Maranhão;
  • Andréa Dias Reis, UFMA
    Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Saúde do Adulto e da criança (PPGSAC)? Universidade Federal do Maranhão (UFMA).
  • Flávio de Oliveira Pires, UFMA
    Professor do Departamento de Educação Física- Universidade Federal do Maranhão; Membro do Núcleo de Pesquisa em Adaptação Neuroimunoendócrina ao Exercício (NANO) – Universidade Federal Do Maranhão.

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Publicado

05-12-2017

Edição

Seção

Artigo Original

Como Citar

Alvares, P. D., Diniz, R. R., Santana, P. V. A., Lima, F. A., da Costa, L. L., Leite, R. D., de Carvalho, R. P., Reis, A. D., & Pires, F. de O. (2017). POTÊNCIA ANAERÓBIA MÁXIMA E ÍNDICE DE FADIGA EM ATLETAS DE FUTSAL FEMININO: UMA ANÁLISE ENTRE AS POSIÇÕES. Revista Brasileira De Ciência E Movimento, 25(4), 84-91. https://doi.org/10.31501/rbcm.v25i4.6350

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