DESENVOLVIMENTO DA MANIPULAÇÃO DO BEBÊ EM DIFERENTES IDADES MOTORAS

Autores

  • Priscila Votto Fernandes Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
  • Laís Rodrigues Gerzson Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões, Erechim/RS
  • Carla Skilhan de Almeida Universidade Federal do Rio Grande do Sul ( UFRGS)
  • Bárbara Coiro Spessato Universidade Católica de Pelotas (UCPel)

DOI:

https://doi.org/10.31501/rbcm.v25i1.6509

Resumo

Resumo: Verificar o desenvolvimento manipulativo de bebês de diferentes idades por meio de uma intervenção motora. Participaram do estudo 15 bebês que freqüentavam escolas de Educação Infantil da cidade de Porto Alegre. A intervenção foi constituída de atividades de manipulação de uma rica variedade de objetos cotidianos, escolhidos no intuito de oferecer diferentes estímulos ao bebê. As avaliações dos bebês foram realizadas no início e ao final do período interventivo através da Escala do Desenvolvimento do Comportamento da Criança no Primeiro Ano de Vida. Foi utilizado o Teste de Wilcoxon para comparações do período pré para o pós-intervenção e descritivamente foi analisado o desenvolvimento dos bebês conforme o seu trimestre de vida. Os resultados sugerem que os bebês tiveram desempenho superior do período pré-intervenção para o pós-intervenção. Intervenções motoras e sensoriais nos primeiros anos de vida proporcionam mudanças positivas no desenvolvimento global dos bebês.

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Biografia do Autor

Priscila Votto Fernandes, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Fisioterapeuta, Pós Graduada Lato Sensu em Motricidade Infantil da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS, Brasil

Laís Rodrigues Gerzson, Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões, Erechim/RS

Fisioterapeuta, Docente do Curso de Fisioterapia da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões, Erechim/RS

Carla Skilhan de Almeida, Universidade Federal do Rio Grande do Sul ( UFRGS)

Fisioterapeuta, Doutora em Ciência do Movimento Humano, Docente do Curso de Fisioterapia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS, Brasil

Bárbara Coiro Spessato, Universidade Católica de Pelotas (UCPel)

Doutora em Ciências do Movimento Humano (UFRGS), Universidade Católica de Pelotas (UCPel), Pelotas, RS, Brasil

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Publicado

2017-03-20

Edição

Seção

Artigo Original