Características da curva de força propulsiva durante palmateio em nada amarrado com tubo elástico e com cabo de aço

Autores

  • Catiane Souza Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Lara Elena Gomes Universidade Federal do Vale do Rio São Francisco
  • Jefferson Fagundes Loss Universidade Federal do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.31501/rbcm.v26i4.7119

Resumo

Em esportes aquáticos, pode-se avaliar a força propulsiva gerada para deslocar-se por meio do nado estacionário (sem deslocamento) ou por meio do nado semiestacionário (com deslocamento). A maioria dos estudos realizados utiliza cabo de aço para prender o sujeito. Encontram-se também alguns estudos utilizando tubo elástico, contudo é citada a possibilidade do tubo dissipar força. Assim, o objetivo deste trabalho foi comparar as características da curva de força gerada pelo palmateio propulsivo na posição de frente direção cabeça, estando o indivíduo preso a diferentes materiais: tubo elástico e cabo de aço. A amostra foi composta por 10 voluntários, com minimamente um ano de experiência no gesto (idade 21,3 ± 5,98 anos, tempo de treinamento 10,10 ± 6,19 anos). Cada indivíduo executou o palmateio em força máxima por 30 s, amarrado ao material, ligando-o a uma célula de carga fixada na borda da piscina. As forças máxima, máxima relativa, inicial e o índice de fadiga foram maiores no nado estacionário; a força média final, impulso e tempo para força máxima foram maiores no nado semiestacionário. Apenas a força média não apresentou diferença significativa, indicando que a curva de força durante o palmateio tende a ser diferente dependendo do material utilizado.

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Biografia do Autor

Lara Elena Gomes, Universidade Federal do Vale do Rio São Francisco

Colegiado De Educação Física

Jefferson Fagundes Loss, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Departamento de Educação Física

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Publicado

2019-01-13

Edição

Seção

Artigo Original