ANÁLISE COMPARATIVA DO PICO DE FORÇA E CONTROLE MOTOR DO MÚSCULO TIBIAL ANTERIOR APÓS CINESIOTERAPIA E ESTIMULAÇÃO NEUROMUSCULAR

Autores

  • Daziane dos Santos Alves
  • Rodrigo Paschoal Prado
  • Allison Gustavo Braz
  • Euller Cunha Figueiredo Machado
  • Franciane Assis Moraes

DOI:

https://doi.org/10.31501/rbcm.v25i4.7123

Resumo

Introdução: O fortalecimento muscular pode ser realizado por exercícios ativos, ativos resistidos e também, a estimulação elétrica neuromuscular (EENM), são algumas dentre as diversas técnicas terapêuticas utilizadas pelo fisioterapeuta. Objetivo: Analisar se existe diferença entre o fortalecimento muscular ativo somente e com associação de Eletroestimulação Neuromuscular no músculo Tibial Anterior em mulheres sedentárias. Métodos: Participaram 18 voluntárias, selecionadas aleatoriamente, divididas em 3 grupos com a mesma quantidade em cada, sendo que o primeiro grupo foi realizado apenas fortalecimento ativo com carga (Cinesioterapia), o segundo grupo realizou o fortalecimento ativo com carga do músculo tibial anterior associado a estimulação com a corrente FES, e o terceiro grupo, fortalecimento ativo com carga associado a estimulação com a corrente Russa. Para avaliação foram coletados o Pico máximo de força e Controle motor através da célula de carga. Resultados: Com relação ao pico de força, o grupo que obteve um melhor desempenho mantendo a média mais próxima do valor anterior foi o grupo que associou a corrente FES, já no controle motor o grupo que teve menor variação após a terapêutica foi o que associou a corrente Russa, seguida da que associou corrente FES porém, apenas 48 horas depois. Conclusão A partir dos dados encontrados neste estudo, conclui-se que a cinesioterapia isoladamente ou associada a eletroestimulação FES e Russa, em uma única intervenção não apresentou diferenças significativas entre os grupos para o pico de força e controle motor.

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Publicado

2017-12-05

Edição

Seção

Artigo Original