Efeito de diferentes intensidades sobre a atividade mioelétrica do vasto lateral, tempo sob tensão, e deslocamento angular durante séries múltiplas na cadeira extensora

Autores

  • Yuri Rolim Grupo de Pesquisas em Biodinâmica do Exercício, Saúde e Performance –Universidade Castelo Branco, Rio de Janeiro, RJ, Brasil Instituto Biodesp – Núcleo de Cinesiologia e Performance – Rio de Janeiro, RJ, Brasil
  • Vinicuis de Sá Soares Grupo de Pesquisas em Biodinâmica do Exercício, Saúde e Performance –Universidade Castelo Branco, Rio de Janeiro, RJ, Brasil Instituto Biodesp – Núcleo de Cinesiologia e Performance – Rio de Janeiro, RJ, Brasil
  • Vicente Pinheiro Lima Grupo de Pesquisas em Biodinâmica do Exercício, Saúde e Performance –Universidade Castelo Branco, Rio de Janeiro, RJ, Brasil Instituto Biodesp – Núcleo de Cinesiologia e Performance – Rio de Janeiro, RJ, Brasil
  • Jurandir Baptista da Silva Grupo de Pesquisas em Biodinâmica do Exercício, Saúde e Performance –Universidade Castelo Branco, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Instituto Biodesp – Núcleo de Cinesiologia e Performance – Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Programa de Mestrado em Ciências do Exercício e do Esporte – UERJ.
  • Gabriel Andrade Paz Grupo de Pesquisas em Biodinâmica do Exercício, Saúde e Performance –Universidade Castelo Branco, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Instituto Biodesp – Núcleo de Cinesiologia e Performance – Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Escola de Educação Física e Desportos – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.31501/rbcm.v27i1.7879

Resumo

O presente estudo teve como objetivo verificar o efeito das diferentes intensidades sobre a atividade mioelétrica, deslocamento angular e tempo sob tensão do vasto lateral do membro preferido durante séries múltiplas na cadeira extensora. Participaram do estudo 9 mulheres de 24±3,4 anos, 62,4±11,7 kg,1,64±0,05 m praticantes de musculação (mínimo de 6 meses). Durante 3 dias não consecutivos as voluntárias foram avaliadas no exercício de extensão de joelho na máquina apenas com o membro preferido. No primeiro dia foi realizado o teste e reteste de 10 repetições máximas (RM). No segundo e terceiro dias foram realizados sessões de quatros séries com cargas de 80% ou 90% de 10RM de forma aleatória, com intervalo de um minuto entre as séries.A atividade mioelétrica do vasto lateral (VL) foi monitorada. O tempo sob tensão e deslocamento angular também foram registrados. Considerando o deslocamento angular houve diferença significativa no P80 (série 1 = 83 ± 5,7 º; série 2 = 82,2 ± 4,1º) comparados ao P90 (série 1 = 80,5 ± 4,3 º; série 2 = 79,8 ± 4,7 º), respectivamente. Em relação a atividade mioelétrica houve aumento significativa no P80 versus P90 em todas as séries (p ? 0,05). Não houve diferença significativa entre os protocolos para o tempo sob tensão (p > 0,05). Portanto, a sessão com 90% de 10RM promoveu uma diminuição nodeslocamento angular, sem alterar o tempo sob tensão. Tal condição possivelmente favoreceu a produção de força dos extensores do joelho, devido a amplitude reduzida. Nesse sentido, indicando uma possível redução na produção de força devido a fadiga acumulada.

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Biografia do Autor

Yuri Rolim, Grupo de Pesquisas em Biodinâmica do Exercício, Saúde e Performance –Universidade Castelo Branco, Rio de Janeiro, RJ, Brasil Instituto Biodesp – Núcleo de Cinesiologia e Performance – Rio de Janeiro, RJ, Brasil

graduado em educação física(bacharelado) pela universidade castelo branco (UCB/RJ), membro do grupo de pesquisa biodinâmica do exercício, saúde e performance (BIODESP) na (UCB/RJ)Tem experiência na área do treinamento de força.

Vinicuis de Sá Soares, Grupo de Pesquisas em Biodinâmica do Exercício, Saúde e Performance –Universidade Castelo Branco, Rio de Janeiro, RJ, Brasil Instituto Biodesp – Núcleo de Cinesiologia e Performance – Rio de Janeiro, RJ, Brasil

graduando em educação física(bacharelado) pela universidade castelo branco (UCB/RJ), membro do grupo de pesquisa biodinâmica do exercício, saúde e performance (BIODESP) na (UCB/RJ)Tem experiência na área do treinamento de força.

Vicente Pinheiro Lima, Grupo de Pesquisas em Biodinâmica do Exercício, Saúde e Performance –Universidade Castelo Branco, Rio de Janeiro, RJ, Brasil Instituto Biodesp – Núcleo de Cinesiologia e Performance – Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Líder do Grupo de Pesquisa em Biodinâmica do exercício, saúde e performance UCB; Mestrado em Educação: Gestão de Ensino Superior, UNESA-RJ; Pós-Graduado em Biomecânica UNESA-RJ; Pós-Graduado em Basquete UGF-RJ; Licenciatura Plena em Educação Física, Docente Tempo Integral em pesquisa dos cursos de Educação Física da Universidade Castelo Branco-RJ

Jurandir Baptista da Silva, Grupo de Pesquisas em Biodinâmica do Exercício, Saúde e Performance –Universidade Castelo Branco, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Instituto Biodesp – Núcleo de Cinesiologia e Performance – Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Programa de Mestrado em Ciências do Exercício e do Esporte – UERJ.

Mestre em Ciências do Exercício e do Esporte - UERJ; Especialista em Biomecânica - UFRJ; Especialista em Educação Física Escolar - UCAM (2014); Licenciatura Plena em Educação Física - FAMATH (2007). Pesquisador do Laboratório de Biodinâmica do Exercício, Saúde e Performance da Universidade Castelo Branco. Tem experiência na área de Educação Física e pesquisa

Gabriel Andrade Paz, Grupo de Pesquisas em Biodinâmica do Exercício, Saúde e Performance –Universidade Castelo Branco, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Instituto Biodesp – Núcleo de Cinesiologia e Performance – Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Escola de Educação Física e Desportos – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Doutorando em Educação Física pela Universidade Federal do Rio de Janeiro; Mestre em Educação Física pela Universidade Federal do Rio de Janeiro; Especialista em Musculação e Treinamento de Força pela Universidade Federal do Rio de Janeiro; Graduado (Licenciatura e Bacharelado) em Educação Física pela Universidade Castelo Branco (RJ). Pesquisador do Laboratório de Treinamento de Força da Universidade Federal do Rio de Janeiro e Laboratório de Biodinâmica do Exercício, Saúde e Performance da Universidade Castelo Branco. Tem experiência na área de Educação Física

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Publicado

2019-05-11

Edição

Seção

Artigo Original