O objetivo foi verificar como está estabelecida a relação entre Estado e confederações esportivas nas normas estatais e estatutárias, respectivamente. Trata-se de uma pesquisa de caráter quali-quantitativo e objetivos descritivos, pautada em análise de documentos. Expressamente, os documentos não atribuem caráter público para as confederações, mas tacitamente parecem fazê-lo. O direito comparado e jurisprudência corroboram este caráter. A maioria das confederações recebe fundos públicos, adota a justiça desportiva e não nega a possibilidade de acesso ao poder judiciário. A relação público-privada identificada nos documentos analisados apresenta um caráter incongruente e, embora busque tentar desresponsabilizar a iniciativa privada esportiva, dá margem para que se possa interpretar que a mesma tem múnus público.
Downloads
Não há dados estatísticos.
Biografia do Autor
Felipe Canan, Universidade Estadual de Maringá
Doutorando em Educação Física- UEM
Jeferson Roberto Rojo
Mestre em Educação Física -UFPR
Fernando Augusto Starepravo, Universidade Estadual de Maringá
Professor do Departamento de Educação Física-UEM e do Programa Associado de Pós-Graduação em Educação Física UEM-UEL