COESÃO DE GRUPO EM CATEGORIAS DE BASE DO FUTEBOL

Autores

  • Ivan Wallan Tertuliano Centro Universitário Adventista de São Paulo - Unasp, Campus São Paulo, São Paulo/SP, Brasil. http://orcid.org/0000-0001-6413-6888
  • Douglas Versuti Arantes Alvarenga Centro Universitário Adventista de São Paulo - Unasp, Campus São Paulo, São Paulo/SP, Brasil.
  • Guilherme Henrique Cordeiro Xavier Centro Universitário Adventista de São Paulo - Unasp, Campus São Paulo, São Paulo/SP, Brasil.
  • Vivian de Oliveira Centro Universitário Fieo - UNIFIEO, Osasco/SP, Brasil.
  • Afonso Antonio Machado Universidade Estadual Paulista - UNESP, Rio Claro/SP, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.31501/rbcm.v27i2.9319

Resumo

O presente estudo tem como objetivo investigar a coesão de grupo em atletas de Futebol, de categorias de base, e comparar os níveis de coesão de grupo entre as equipes investigadas. Para isso, participaram do estudo, de forma voluntária, 84 jogadores de Futebol com idade entre 13 e 19 anos (16,04 ± 1,73), todos do sexo masculino e jogadores de 3 clubes do Estado de São Paulo. Cabe ressaltar que todos participantes preencheram o Termo de consentimento livre e esclarecido (TCLE) e o termo de assentimento, no caso dos menores de idade. Todos participantes responderam ao Questionário de Ambiente de Grupo – QEG, adaptado e validado para a língua portuguesa, além de um questionário sociodemográfico. Para as análises, utilizou-se de análises descritivas e inferenciais. Os resultados apontam, para análise intragrupo, independentemente do clube, que os grupos apresentam maiores escores para dimensão atração individual no grupo-tarefa, seguida da atração individual no grupo-social e menor escore para dimensão integração no grupo-tarefa. Em relação as análises entre clubes, pode-se observar que o clube 3 apresentou maiores escores que o clube 2, apenas, para as dimensões atração individual no grupo-tarefa e integração no grupo-tarefa. Diante do exposto, conclui-se que atletas de categorias de base parecem priorizar as dimensões de atração individual, que pode estar envolvido com a vontade de se profissionalizar e a incerteza de se esse objetivo será alcançado. Além disso, os atletas do clube 3 apresentaram maior coesão que os atletas do clube 2, indicando que nesse clube, possivelmente, tenha uma preocupação maior com a preparação psicológica, aliado a um estilo de liderança preferencial por parte dos atletas.

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Biografia do Autor

Ivan Wallan Tertuliano, Centro Universitário Adventista de São Paulo - Unasp, Campus São Paulo, São Paulo/SP, Brasil.

Pós Doutoramento pela UNESP - Rio Claro. Doutor em Desenvolvimento Humano e Tecnologias pela UNESP - Rio Claro. Mestre em Educação Física pela EEFE-USP. Graduado em Educação Física pela UNINOVE (licenciatura plena e bacharelado). Membro do LEPESPE - Laboratório de Estudos e Pesquisas em Psicologia do Esporte - UNESP - Rio Claro. Membro do comitê editorial da Revista Economic Outlook (ISSN- 1450-7951). Docente do Centro Universitário Adventista de São Paulo (UNASP).

Douglas Versuti Arantes Alvarenga, Centro Universitário Adventista de São Paulo - Unasp, Campus São Paulo, São Paulo/SP, Brasil.

Graduação em andamento em Educação Física.

Guilherme Henrique Cordeiro Xavier, Centro Universitário Adventista de São Paulo - Unasp, Campus São Paulo, São Paulo/SP, Brasil.

Graduação em andamento em Educação Física.

Afonso Antonio Machado, Universidade Estadual Paulista - UNESP, Rio Claro/SP, Brasil.

Licenciado em Educação Física pela PUC- Campinas (1976); graduado em Filosofia e Pedagogia; graduando em Psicologia (2017). Mestre (1985) e doutor(1994) em Educação, pela UNICAMP. Livre-docente pelo Instituto de Biociências, UNESP, Rio Claro. Professor adjunto na UNESP/ Rio Claro, em RDIDP.

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Publicado

2019-06-12

Edição

Seção

Artigo Original