ANÁLISE DA VANTAGEM DE JOGAR EM CASA NO VOLEIBOL FEMININO BRASILEIRO - DOI: http://dx.doi.org/10.18511/0103-1716/rbcm.v23n1p40-47

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v23i1.4852

Palabras clave:

Interação Homem-Televisão Digital, Engenharia de Usabilidade, Interatividade

Resumen

A vantagem de jogar em casa, fenomeno conhecido como “home advantage”, é o termo utilizado pela maior prevalência de vitórias (acima de 50%) das equipes que jogam em casa, em uma tabela equilibrada, com o mesmo número de jogos entre as equipes (em casa e como visitante). No voleibol feminino, existem poucos estudos que observaram esse fenômeno e suas implicações nos fundamentos técnicos do jogo. O objetivo deste estudo foi investigar a vantagem de jogar em casa no voleibol feminino e sua influência em indicadores de desempenho (ações finais) no resultado do jogo. A amostra foi composta de 90 jogos da superliga nacional feminina (temporada 2012/2013), totalizando 323 sets e 14.356 pontos. Foram observados os indicadores de desempenho que interferem no resultado do jogo (vitória ou derrota): saque, ataque, bloqueio e erro do adversário. Os dados foram analisados utilizando o software SPSS 17.0. Foram realizadas análises descritivas (média e desvio padrão), e as comparações foram realizadas atraves do teste U de Mann-Whitney para amostras independentes na comparação das ações pontuantes da equipe de casa e visitante. O nível de significância adotado foi p<0,05. Os resultados mostraram que houve o fenomeno da “vantagem de jogar em casa”, com uma maior prevalência de vitória para das equipes da casa na superliga feminina de voleibol (53%).

Biografía del autor/a

  • Fábio Angioluci Diniz Campos, Portuguese Air Force Academy, Academia da Força Aérea
    Seção de Educação Física Corpo de Cadetes da Aeronáutica Academia da Força Aérea
  • Ídico Luiz Pellegrinotti, Methodist University of Piracicaba
    Faculdade de Ciências da Saúde Universidade Metodista de Piracicaba
  • Bruno Natale Pasquarelli, Unicamp
    Faculdade de Educação Física Universidade Estadual de Campinas
  • Eduardo Heidi Ozaki, Portuguese Air Force Academy, Academia da Força Aérea
    Seção de Educação Física Corpo de Cadetes da Aeronáutica Academia da Força Aérea
  • Luiz Cláudio Reeberg Stanganéllli, Universidade Estadual de Londrina
    Departamento de Esportes Centro de Educação Física e Esportes

Publicado

2015-03-18

Número

Sección

Artigo Original