AFERÊNCIA VISUAL INFLUENCIA ÁREA E AMPLITUDE DE OSCILAÇÃO CORPORAL EM INDIVÍDUOS COM HEMIPARESIA CRÔNICA - DOI: http://dx.doi.org/10.18511/0103-1716/rbcm.v21n1p27-35

Autores

  • Johnnatas Mikael Lopes Universidade Federal do Rio Grande do Norte image/svg+xml
  • Maria Goretti da Cunha Lima Universidade Estadual da Paraíba image/svg+xml
  • Doralúcia Pedrosa de Araújo Universidade Estadual da Paraíba image/svg+xml
  • Fábio Galvão Dantas Universidade Estadual da Paraíba image/svg+xml
  • Alba Lúcia Ribeiro Universidade Estadual da Paraíba image/svg+xml
  • Carlúcia Ithamar Fernandes Franco Universidade Estadual da Paraíba image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v21i1.3647

Palavras-chave:

reabilitação ombro, bursite subacromial, biomecânica natação

Resumo

Portadores de hemiparesia apresentam incapacidades funcionais decorrente do déficit motor e das alterações sensoriais associadas, levando-os a usar a visão para melhor controle da marcha e postura. Objetivamos verificar a influência da informação visual no controle postural de pacientes com hemiparesia crônica. Utilizou-se um delineamento experimental não controlado para examinar 12 pacientes em uma plataforma de força, a qual tem a finalidade de avaliar o controle postural de modo espacial e temporal nas direções ântero-posterior e médio-lateral. Como experimento foi proposto duas condições visuais: com e sem visão, e duas condições posturais: bipodal e semi-tandem. Cada paciente permaneceu por 30 segundos sobre a plataforma de força, primeiro com os olhos abertos e depois com os olhos fechados, nas posturas verticais bipodal e semi-tandem, em três tentativas Para se determinar a influência visual sobre as variáveis do controle postural utilizou-se uma análise multivariada de medidas repetidas e para comparar as direções e as condições fez-se uso de análise univariada, sendo considerado ? ? 0,05. Observou-se que as variáveis temporais do controle postural não estão sob influência das aferências visuais. Contudo, as variáveis espaciais demonstraram ser explicadas em parte pelas aferências visuais (p?0,05), principalmente na direção médio-lateral, na condição sem visão sendo a menos estabilizante. As aferências visuais não interferem em todos os parâmetros do controle postural, tendo uma predileção pelas variáveis espaciais.

Biografia do Autor

  • Johnnatas Mikael Lopes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte
    Professor mestre do curso de Fisioterapia da Faculdade de Ciências da Saúde do Trairi/UFRN
  • Maria Goretti da Cunha Lima, Universidade Estadual da Paraíba
    Professora doutora do Departamento de Educação Física da UEPB
  • Doralúcia Pedrosa de Araújo, Universidade Estadual da Paraíba
    Professora doutora do Departamento de Fisioterapia da UEPB
  • Fábio Galvão Dantas, Universidade Estadual da Paraíba
    Professor doutor do Departamento de Fisioterapia da UEPB
  • Alba Lúcia Ribeiro, Universidade Estadual da Paraíba
    Professora do Departamento de Fisioterapia da UEPB
  • Carlúcia Ithamar Fernandes Franco, Universidade Estadual da Paraíba
    Professora doutora do Departamento de Fisioterapia da UEPB

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Publicado

2013-01-14

Edição

Seção

Artigo Original