EFEITO DA FACILITAÇÃO NEUROMUSCULAR PROPRIOCEPTIVA E PRÉ-ATIVAÇÃO DINÂMICA DOS ANTAGONISTAS SOBRE A FORÇA ISOMÉTRICA MÁXIMA E SINAL ELETROMIOGRÁFICO - DOI: http://dx.doi.org/10.18511/0103-1716/rbcm.v21n2p71-81

Autores

  • Gabriel Andrade Paz Universidade Federal do Rio de Janeiro image/svg+xml
  • Marianna de Freitas Maia Universidade Castelo Branco, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
  • Felipe Luís dos Santos Santiago Universidade Castelo Branco, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
  • Vicente Pinheiro Lima Universidade Castelo Branco, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
  • Humberto Lameira Miranda Universidade Federal do Rio de Janeiro image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v21i2.3359

Palavras-chave:

Capital Markets – Compliance – Rational Choice – Regulation - Incentives

Resumo

Uma das principais adaptações neurais relacionadas ao treinamento de força é a redução progressiva na coativação dos músculos antagonistas e aumento da ativação dos agonistas. Recentemente, evidências sugerem que a pré-ativação dos antagonistas pode melhorar o desempenho dos agonistas, entretanto, não há evidências consistentes que suportem tal hipótese. O objetivo do estudo foi verificar as respostas eletromiográficas (EMG) do latíssimo do dorso (LD), porção espinal do deltóide (DE), porção clavicular do peitoral maior (PC), porção clavicular do deltóide (DC) e força isométrica máxima (Fmáx) durante o exercício de remada aberta (RA) em isometria após facilitação neuromuscular proprioceptiva (FNPA) e pré-ativação dinâmica dos antagonistas no teste de push up (PADA). Participaram do estudo 10 homens (23,1 ± 3 anos de idade, 77,7 ± 6,5 kg de massa corporal, 167,5 ± 4,8 cm de estatura e 25,6 ± 2,3 kg/m2 de índice de massa corporal) recreacionalmente treinados. A amplitude do sinal EMG foi normalizada por ações isométricas voluntárias máximas (AIVMs). Na análise estatística, foi aplicada a ANOVA two-ways e post hoc de Bonferroni para realizar as devidas comparações (p < 0,05). Não foram observadas diferenças significativas na Fmáx após os protocolos FNPA e PADA comparados ao exercício de RA sem estímulo prévio (RSEP). Em relação à amplitude EMG dos músculos LD, DE (agonistas), PC e DC (antagonistas), não foram observadas diferenças significativas entre os protocolos RSEP, FNPA e PADA. Esses resultados sugerem que parece não haver benefícios adicionais na aplicação da técnica de FNP contract-relax e pré-ativação nos antagonistas sobre o sinal EMG e Fmáx dos agonistas baseado na hipótese de inibição neurológica dos antagonistas.

Biografia do Autor

  • Gabriel Andrade Paz, Universidade Federal do Rio de Janeiro
    Universidade Federal do Rio de Janeiro – Escola de Educação Física e Desportos, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
  • Marianna de Freitas Maia, Universidade Castelo Branco, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
    Pesquisadora do Laboratório de Pesquisas em Biodinâmica do Exercício, Saúde e Performance - Universidade Castelo Branco, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
  • Felipe Luís dos Santos Santiago, Universidade Castelo Branco, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
    Pesquisador do Laboratório de Pesquisas em Biodinâmica do Exercício, Saúde e Performance - Universidade Castelo Branco, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
  • Vicente Pinheiro Lima, Universidade Castelo Branco, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
    Coordenador-chefe do Laboratório de Pesquisas em Biodinâmica do Exercício, Saúde e Performance - Universidade Castelo Branco, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
  • Humberto Lameira Miranda, Universidade Federal do Rio de Janeiro
    Professor Adjunto da Escola de Educação Física e Desportos, Universidade Federal do Rio de Janeiro. Av. Carlos Chagas Filho, Cidade Universitária, Rio de Janeiro, RJ. 21941-590, Brasil.

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Publicado

2013-06-24

Edição

Seção

Artigo Original