A institucionalização da pauta da infância e adolescência no Brasil: 20 anos de ECA e a contribuição da Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI)

Autores

  • Robson Dias Universidade Católica de Brasília (UCB)
  • Eliane Muniz Lacerda Universidade Católica de Brasília (UCB)

Resumo

A partir da promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente, em 1990, instaurou-se um novo aparelho legal sobre a questão da infância e da adolescência no Brasil. Com o ECA, emergiu um novo paradigma: o da proteção integral à criança e ao adolescente. A partir deste marco legal, da redemocratização do país e do advento do neoliberalismo, surgiram organizações não-governamentais (Ong’s) que passariam a trabalhar com este assunto, dentre as quais, a mais proeminente é a Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI). Diferentemente da idéia histórica de menores infratores, a criança e o adolescente passaram a ter espaço próprio no noticiário com a instauração de uma pauta especializada. O jornalista como defensor dos direitos humanos e, em especial dos direitos e garantias da criança e do adolescente, passou a trabalhar em prol dessa nova representação.

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Biografia do Autor

Robson Dias, Universidade Católica de Brasília (UCB)

Relações Públicas, Jornalista, especialista, mestre e doutor em Comunicação. Professor e pesquisado no PPGCOM/UCB 

Eliane Muniz Lacerda, Universidade Católica de Brasília (UCB)

Jornalista, mestre e doutora em Comunicação. Professora e pesquisadora no PPGCOM/UCB.

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www.andi.org.br

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Publicado

2023-04-30

Como Citar

Dias, R., & Muniz Lacerda, E. (2023). A institucionalização da pauta da infância e adolescência no Brasil: 20 anos de ECA e a contribuição da Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI). Comunicologia, 16(1). Recuperado de https://portalrevistas.ucb.br/index.php/rceucb/article/view/16524

Edição

Seção

Artigos Livres