O CINEMA MARGINAL NA CRÍTICA DE ELY AZEREDO: ANÁLISE DOS TEXTOS SOBRE CARA A CARA (1967) E MATOU A FAMÍLIA E FOI AO CINEMA (1969)

Authors

DOI:

https://doi.org/10.31501/comunicologia.v12i2.10223

Keywords:

Economics of education, Expenditures, Inequality, Tobit model, Family consumption.

Abstract

Este artigo apresenta uma investigação acerca dos métodos de análise e argumentação presentes no trabalho do crítico de cinema Ely Azeredo, sobre o Cinema Marginal. O objetivo deste estudo foi encontrar respostas para o posicionamento negativo do crítico a este movimento que marcou a modernização da cinematografia brasileira. Para esta análise, foram selecionados dois textos publicados no periódico carioca Jornal do Brasil a respeito das obras Cara a Cara (1967) e Matou a Família e Foi ao Cinema (1969), de Júlio Bressane. Os textos apresentam opiniões divergentes de Ely Azeredo sobre a obra em questão, contrastando com o julgamento hegemônico de sua época, que articulava-se de maneira a exaltar as inovações narrativas, técnicas e temáticas que tais obras continham.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biography

Luís Geraldo Rocha, Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho"

Graduado em Jornalismo pela Universidade do Sagrado Coração (Bauru, SP) e Mestre em Comunicação pela Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho".

Published

2020-04-16

How to Cite

Rocha, L. G. (2020). O CINEMA MARGINAL NA CRÍTICA DE ELY AZEREDO: ANÁLISE DOS TEXTOS SOBRE CARA A CARA (1967) E MATOU A FAMÍLIA E FOI AO CINEMA (1969). Comunicologia, 12(2), 159–173. https://doi.org/10.31501/comunicologia.v12i2.10223

Issue

Section

Artigos Livres