Mulheres negras e opressões interseccionais
Racismo, sexismo e classismo no Big Brother Brasil
DOI:
https://doi.org/10.31501/clogia.v15i3.14399Resumo
O artigo busca refletir sobre cruzamentos de opressões no Big Brother Brasil, da TV Globo. Tem como corpusedições de 2020 a 2022, com mulheres negras em suas narrativas. Realizamos análise descritiva de vídeos e comentários sobre o reality, recorrendo à noção de escrevivência e acionando pensadoras do feminismo negro e da interseccionalidade. Consideramos que o BBB reproduz midiaticamente opressões interseccionais e discursos de violência, discriminação e subordinação de mulheres negras.
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