Vai sabê! Rap, potencia transformativa relativamente regulada
DOI:
https://doi.org/10.31501/clogia.v16i2.14569Resumen
El rap ha proliferado a nivel mundial a través de un juego de complicidad y resistencia al mercado. Podemos decir que no existe de manera sustantiva un estándar a través del cual cada rapero se manifestará en un contexto determinado. Lo que establece este juego es precisamente que la forma en que se ejecuta el rap variará dependiendo del lugar y las condiciones históricas que enfrenta cada practicante. Este artículo parte de la tesis de Halifu Osumare (2007), para afirmar que el rap es una manifestación cultural que tiene como matriz una estética africanista. Esto de ninguna manera afirma una identidad fija de tipo "africano" para los raperos. En una variedad de investigaciones, el autor estadounidense ha demostrado que este mecanismo funciona en diferentes partes del mundo de manera única, desarrollando diferentes subjetividades. Partiendo de esta premisa, argumentamos que a través de la performance, el rap posibilita que los jóvenes de la periferia se posicionen como sujetos de su propia historia. El artículo demuestra, a través del análisis de la performance en el video musical y la letra de la canción Vai sabê!, del grupo de rap Cria di Favela, como la dinámica de resistencia y complicidad con el mercado se presenta como constitutiva de la noción de sujeto representada por raperos.
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