Amy Winehouse e a morte anunciada: agendamento e enquadramento na mídia impressa gaúcha

Autores

  • Carlos Renan Samuel Sanchotene pela Universidade Federal da Bahia (UFBA)

DOI:

https://doi.org/10.31501/comunicologiaissn19812132.v4i2.2883

Resumo

Analisa-se a cobertura jornalística da morte da cantora britânica Amy Winehouse nos três principais jornais impressos do Rio Grande do Sul: Zero Hora, Correio do Povo e O Sul. A análise compreende o período de 24 de julho de 2011 - um dia após o anúncio da morte da cantora - a 30 de julho, abarcando uma semana das edições. A partir de conceitos sobre construção noticiosa, agendamento e enquadramento, verificou-se como os periódicos tematizaram o acontecimento, assim como os valores-notícia presentes na cobertura e representações atribuídas a artista.

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Biografia do Autor

Carlos Renan Samuel Sanchotene, pela Universidade Federal da Bahia (UFBA)

Doutorando em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e bolsista do CNPq. Mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).

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Como Citar

Sanchotene, C. R. S. (2011). Amy Winehouse e a morte anunciada: agendamento e enquadramento na mídia impressa gaúcha. Comunicologia, 4(2), 62–74. https://doi.org/10.31501/comunicologiaissn19812132.v4i2.2883

Edição

Seção

Artigos