Violência infantil na mídia: efeitos de sentido

Autores

  • Benalva da Silva Vitorio Universidade Católica de Santos.
  • Wellington Teixeira Lisboa
  • Mariana Diegues Corona do Prado
  • Mateus Catalani Pirani
  • Mayara Gil Fonseca
  • Miriam Costa Nascimento

DOI:

https://doi.org/10.31501/comunicologiaissn19812132.v6i1.5225

Resumo

Partindo do senso comum de que o crime vende jornal e aumenta a audiência das mídias, o presente artigo demonstra que o interesse do público pelos acontecimentos veiculados nos meios de comunicação depende das condições de produção dos sujeitos envolvidos: de um lado, dos profissionais que recolhem, hierarquizam e difundem o fato; de outro, daqueles que tomam conhecimento da produção jornalística. Com base nos princípios e procedimentos da análise de discurso da Escola Francesa, tomamos dois casos registrados na mídia impressa brasileira, em abril de 2011, envolvendo crianças como vítimas de violência, com o propósito de confirmar a premissa de que há diferentes maneiras de ler. Ao “entrar” no discurso, o leitor participa do baile das palavras, construindo sentidos. Está, portanto, “fadado” à interpretação. 

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Como Citar

Vitorio, B. da S., Lisboa, W. T., do Prado, M. D. C., Pirani, M. C., Fonseca, M. G., & Nascimento, M. C. (2014). Violência infantil na mídia: efeitos de sentido. Comunicologia, 6(1), 19–30. https://doi.org/10.31501/comunicologiaissn19812132.v6i1.5225

Edição

Seção

Jornalismo