Corpo, mídia e colonização do imaginário

Autores

  • José Luiz Ribeiro Gomes Universidade de Brasília

DOI:

https://doi.org/10.31501/comunicologia.v1i1.865

Resumo

O imaginário contrapõe-se à realidade. A televisão apresenta corpos que ilustram marcas com linguagens específicas. Uma proliferação de componentes subjetivos desmembrou os espaços de referências do corpo biocultural. Este, duplicado, predispõe-se a aceitar a narrativa da estética visual televisiva e, seduzido, reterritorializa a subjetividade. Isto é, ao aceitar o que se lhe oferece, não nega ao tato “a especialidade no sentido”, e toda uma justificativa responde ao ato consumista, correspondendo à linguagem provocada na imagem publicitária. Um hiato à intensidade do acontece aqui faz o intercâmbio com atitudes para o consumo e o comportamento. Ler e procurar interações entre o corpo biocultural e os espaços construídos nos “campos de virtualidade” talvez possa servir, pedagogicamente, à reflexão sobre as relações dos afetos constituídos por atitudes e atos subjetivos.

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Biografia do Autor

José Luiz Ribeiro Gomes, Universidade de Brasília

José Luiz Ribeiro Gomes. Mestre em Educação (UnB), concentrando-se na área de mídias e tecnologias. Pedagogo, Escultor, Artista Plástico, Arte Educador. E-mail:

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Publicado

2008-11-25

Como Citar

Gomes, J. L. R. (2008). Corpo, mídia e colonização do imaginário. Comunicologia, 1(1), 79–95. https://doi.org/10.31501/comunicologia.v1i1.865

Edição

Seção

Artigos