O DIREITO À SAÚDE E O LICENCIAMENTO COMPULSÓRIO DE MEDICAMENTOS FRENTE À MERCANTILIZAÇÃO DA SAÚDE NO BRASIL
Resumo
Este trabalho objetiva avaliar a influência da indústria farmacêutica sobre o sistema público de saúde, focando-se, como medidas de contenção à tendência expansiva da economia sobre outros sistemas sociais, nas possibilidades de licenciamento compulsório, bem como na afirmação do direito fundamental à saúde. Objetivos específicos: i) detalhar o acordo TRIPS e sua influência sobre a regulação de patentes de medicamentos no Brasil; ii) elencar as possibilidades de licenciamento compulsório no Brasil, atendo-se à sua aplicação sobre patentes de medicamentos; iii) estudar a mercantilização da saúde a partir da influência da indústria farmacêutica; iv) avaliar o poder de ingerência do Estado sobre a regulação de medicamentos. Sua hipótese básica é de que o direito à saúde é, por um lado, essencial para a garantia do direito à vida; por outro, é considerado um bem do mercado de consumo, necessitando, por conta disso, da proteção do Estado para garantia e efetivação desses direitos. Metodologia: método de pesquisa hipotético dedutivo, com abordagem qualitativa e técnica bibliográfico-documental.
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