AS DIFERENÇAS SOCIOECONÔMICAS COMO FATOR DE INSTABILIDADE SOCIAL E SUA REPERCUSSÃO NO DIREITO: UMA ANÁLISE COMPARATIVA DA FRANÇA E AMÉRICA LATINA DOI: http://dx.doi.org/10.18838/2318-8529/rdiet.v1n1p45-59

Authors

  • Leila Bijos UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA

DOI:

https://doi.org/10.18838/2318-8529/rdiet.v1n1p45-59

Abstract

Análise dos movimentos sociais na França e na América Latina, num contexto de ausência de programas políticos de inserção de imigrantes. Por meio da violência, os jovens manifestantes expressam seu inconformismo com o desemprego, o fracasso escolar e outros sintomas da discriminação de que se julgam vítimas, inclusive por parte da polícia. A passagem do estado de natureza até o estado social produz no homem uma mudança bem acentuada, substituindo, em sua conduta, o instinto pelo sentimento de

justiça, e outorgando a suas ações relações morais que antes estavam ausentes.

À medida que a repressão se intensifique, fica ainda mais difícil a percepção da realidade. A França, como sociedade pode converter-se em uma ameaça a si própria ao não combinar integração e diferenças socioeconômicas, superando a oposição entre um modelo republicano e um comunitarismo carregado de agressividade.

A América Latina vivenciou uma longa era de repressão militar, de violência, oprimida por um Estado distante dos indivíduos; incapaz de suprí-los com políticas públicas e sociais.

Na sociedade civil é onde surgem e se desenvolvem os conflitos econômicos, sociais, ideológicos, religiosos, que as instituições públicas têm o dever de equacionar, onde o Direito tem um papel fundamental.

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Published

2012-11-14

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Artigos