A CRISE FINANCEIRA INTERNACIONAL: ECONOMIA, SOCIOLOGIA, DIREITO, POLÍTICA, ESTADO E MUITA COISA MAIS
Palavras-chave:
Educação Física, EsportesResumo
O presente ensaio objetiva abordar de maneira exploratória e sem seguir os rigores do método científico as diversas razões da crise financeira internacional. Muito além dos condicionantes de natureza financeira e econômica, fatores advindos da sociologia, da ciência política, da teoria do Estado e do direito, dentre outros trazem mecanismos de análises da complexidade dessa crise. Esta abordagem descarta nesse contexto as análises reducionistas. Destaca as influências da derrocada do socialismo real, a partir de quando o Estado perde a sua força regulatória, ao mesmo tempo em que fortalece a ideologia do Estado-mínimo, neoliberal e globalizado. Os efeitos mais perversos da crise afetam com maior intensidade os Estados Unidos, a Zona do Euro e a Ásia. O Brasil não está imunizado, em que pese às ações de políticas macroeconômicas manejadas nos últimos seis anos. Fortalecimento do papel do Estado e os fundamentos da governança corporativa no plano dos agentes do mercado são lições a serem aprendidas no ambiente da mudança social.
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