Formação de professores para a inclusão na educação superior

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/guia.v1i1.15850

Resumo

A inclusão de estudantes com deficiência e neurodivergência na Educação Superior tem se expandido significativamente nos últimos anos, impulsionada por avanços legislativos e pelo reconhecimento da diversidade como direito. No entanto, a efetivação desse processo ainda encontra obstáculos estruturais, simbólicos e formativos. Este artigo discute a importância de compreender a inclusão como um fenômeno simbólico, emocional e intersubjetivo. A partir da análise de pesquisas com docentes universitários são apresentados os desafios, avanços e possibilidades que emergem da experiência universitária. Conclui-se que promover uma universidade inclusiva exige não apenas mudanças estruturais e políticas, mas também transformações nos sentidos subjetivos que sustentam as práticas pedagógicas.

 

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Biografia do Autor

Bettina Steren, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.

Possui graduação em Pedagogia pela UFRGS (1986-1989) e doutorado em Psicologia Evolutiva e da Educação - Universidad de Barcelona (1991-1996). Pós-doutorado no College of Education, The Univesity of Texas at Austin, EUA (2009-2010). Professora visitante por 6 meses pelo programa CAPES PRINT na Universidade de Barcelona, Departamento de Didática e Organização Educativa /Grupo de Pesquisa Esbrina (2020). É professora da Escola de Humanidades do Programa de pós-graduação em Educação e do Curso de Pedagogia. Coordenadora do Programa de Pós-graduação em Educação e do Grupo de Pesquisa "Processos Motivacionais em Contextos Educativos" da PUCRS. Coordenadora dos Cursos de Especialização em Psicopedagogia desde 2005 e Educação Transformadora (PUCRS/UOL) desde 2019. É bolsista de Produtividade em Pesquisa - PQ/CNPq 1D. De 2014 até 2015 foi Coordenadora de Ensino na Pro-reitoria de Graduação da PUCRS e de 2015 até 2017 Decana Associada da Escola de Humanidades da mesma instituição. Integrante do Comitê Coordenador da RedGuia desde 2010 e coordena a mesma rede desde 2017. Além disso, participa de órgão de gestão em Ciência e Tecnologia como: FAPERGS (membro do comitê de Educação e parecerista Ad Hoc), CNPQ e CAPES (parecerista Ad Hoc). Tem experiência na área de Psicologia Educativa, com ênfase nos processos de ensino e aprendizagem, atuando principalmente nos seguintes temas: formação de professores, processos motivacionais, metodologias criativas de ensino, mal-estar e bem-estar docente. 

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Publicado

2025-10-23

Edição

Seção

Artigo de Pesquisa