Resposta linfoproliferativa e anemia aplásica adquirida em parvovirose

Autores

  • Vitorino Modesto dos Santos Hospital das Forças Armadas e Universidade Católica de Brasília
  • Cibele Nobrega Aguiar Hospital das Forças Armadas
  • Lessandra Silva Bazi Hospital das Forças Armadas
  • Bruno Cesar Rodrigues do Amaral Hospital das Forças Armadas
  • Bruno Tenório Gomes Hospital das Forças Armadas

Resumo

A aplasia pura de células vermelhas é uma condição rara com envolvimento da autoimunidade e cursa com pancitopenia periférica de origem congênita ou adquirida. As causas são diversas, incluindo desordens linfoproliferativas malignas e infecções por parvovírus ou Epstein Barr vírus. As alterações descritas são anemia e reticulocitopenia, dentre outras alterações na linhagem celular periférica. O diagnóstico é confirmado em exame de medula óssea, e vacúolos citoplasmáticos e pronormoblastos gigantes sugerem que a causa seja parvovirose. Quando essa virose se associa com aplasia o tratamento se baseia em imunossupressão, além de medicamento específico para o vírus. É importante excluir causas linfoproliferativas malignas, principalmente em adultos com sinais de doença linfocítica crônica. As infecções por parvovírus podem alterar a resposta linfoproliferativa e afetam o desenvolvimento de células linfocíticas através de mecanismos autoimunes.

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Biografia do Autor

Vitorino Modesto dos Santos, Hospital das Forças Armadas e Universidade Católica de Brasília

Professor Adjunto I da UCB e Preceptor do Departamento de Medicna Interna do HFA

Cibele Nobrega Aguiar, Hospital das Forças Armadas

Preceptora de Hematologia do HFA

Lessandra Silva Bazi, Hospital das Forças Armadas

Médica Residente de Clínica Médica do HFA

Bruno Cesar Rodrigues do Amaral, Hospital das Forças Armadas

Médico Residente de Clínica Médica do HFA

Bruno Tenório Gomes, Hospital das Forças Armadas

Médico Residente de Clínica Médica do HFA

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Publicado

2019-07-21