Repercussões orgânicas e emocionais decorrentes da doença de Alzheimer: uma revisão narrativa de literatura

Autores

  • André Rodrigues de Senna Batista Filho Centro Universsitário FIPMOC - UNIFIPMOC
  • Marina de Pádua Pires Centro Universsitário FIPMOC
  • Angélica Thaís de Freitas Santos Centro Universsitário FIPMOC
  • Isabelle Aguiar Carvalho Andrade Centro Universsitário FIPMOC
  • Ana Clara Noleto Tolentino Centro Universsitário FIPMOC
  • Lincoln Lamec Rodrigues Rocha Centro Universsitário FIPMOC
  • João Victor Maciel Paes Landim Centro Universsitário FIPMOC
  • Josiane Santos Brant Rocha Centro Universitário FIPMOC

Resumo

A doença de Alzheimer é caracterizada como um distúrbio neurodegenerativo, com fisiopatologia não totalmente conhecida, em que há um comprometimento gradual da memória. É uma doença demencial crônica senil que, com o aumento da expectativa de vida mundial, apresenta uma projeção de aumento em sua prevalência, o que torna necessário a realização de mais pesquisas nessa área, como feito nessa revisão de literatura. Sobre sua patologia, sabe-se que ela resulta de lesão cerebral gerada por uma reação inflamatória neurotóxica iniciada no córtex hipocampal com perda das aptidões cognitivas e memória de curto prazo, espalhando-se, com o avançar da doença, por todo córtex cerebral. Para melhor explicar seu surgimento, fatores de risco modificáveis - fatores ambientais, estilo de vida e morbidades prévias - e não modificáveis - aspecto genético - foram estabelecidos, sendo possível analisar uma possível compensação entre os fatores predisponentes da doença e o seu aspecto multifatorial. Somado a isso, o Alzheimer gera alterações no estilo de vida dos principais cuidadores, a família. Por a evolução da doença tornar o paciente progressivamente mais debilitado em sua autonomia e independência, a presença de um cuidador é cada vez mais necessitada para a realização das atividades cotidianas, o que pode ser debilitante para o cuidador gerando, simultaneamente, a sobrecarga, física, financeira, social e emocional. Portanto, devido ao aumento da prevalência projetada para a doença nos próximos anos, há necessidade de maior quantidade de estudos para uma elucidação mais clara da sua fisiopatologia, além do quão prejudicial a debilitação emocional do cuidador pode ser para o paciente, podendo proporcionar, assim, seu cuidado integral, a longo prazo.

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Biografia do Autor

André Rodrigues de Senna Batista Filho, Centro Universsitário FIPMOC - UNIFIPMOC

Discente do curso de medicina do Centro Universitário FIPMOC

Marina de Pádua Pires, Centro Universsitário FIPMOC

Discente do curso de medicina do Centro Universitário FIPMOC

Angélica Thaís de Freitas Santos, Centro Universsitário FIPMOC

Discente do curso de medicina do Centro Universitário FIPMOC

Isabelle Aguiar Carvalho Andrade, Centro Universsitário FIPMOC

Discente do curso de medicina do Centro Universitário FIPMOC

Ana Clara Noleto Tolentino, Centro Universsitário FIPMOC

Discente do curso de medicina do Centro Universitário FIPMOC

Lincoln Lamec Rodrigues Rocha, Centro Universsitário FIPMOC

Discente do curso de medicina do Centro Universitário FIPMOC

João Victor Maciel Paes Landim, Centro Universsitário FIPMOC

Discente do curso de medicina do Centro Universitário FIPMOC

Josiane Santos Brant Rocha, Centro Universitário FIPMOC

Doutora em ciência da saúde pela Universidade de Brasília - UNB, Docente do programa de PID graduação em Cuidados Primarios a saúde, Docente do curso de medicina do Centro Universitário FIPMOC - UNIFIPMOC.

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Publicado

2020-11-02