Influência do tabagismo e alcoolismo na densidade mineral óssea

Autores

  • Gabriella Santos Basile Martins Universidade Católica de Brasília
  • Caroline Ivone Fontana Formigari Universidade Católica de Brasília
  • Larissa de Rezende Mikael Universidade Católica de Brasília
  • Frederico Timoteo Silva Cunha Universidade Católica de Brasília
  • Julia Batista Verano Universidade Católica de Brasília
  • Parizza Ramos de Leu Sampaio Universidade Católica de Brasília
  • Osvaldo Sampaio Netto Universidade Católica de Brasília

Resumo

Objetivo: Avaliar os hábitos de tabagismo e etilismo como fatores de risco para diminuição da densidade mineral óssea e comparar sua prevalência nos grupos de pacientes com densidade mineral óssea normal, osteopenia e osteoporose.

Método: Estudo transversal com aplicação de questionário em 1380 mulheres que realizaram densitometria óssea por solicitação clínica.

Resultados: Encontramos 5,02% de mulheres com densitometria normal, 2,14% com osteopenia e 14,85% com osteoporose eram fumantes e que 0,87%, 2% e 13,86% faziam uso de álcool, respectivamente para cada grupo. Utilizando o teste t de Student pareado observa-se a diferença significativa na prevalência do hábito de tabagismo e consumo de álcool em pacientes com osteoporose quando comparados com as pacientes com osteopenia (p=0,011 para tabagismo e 0,012 para consumo de álcool) ou densidade mineral óssea normal (p=0,007 para tabagismo e 0,001 para consumo de álcool).

Conclusões: Observamos uma maior prevalência de mulheres com hábitos tabagistas e uso de álcool em pacientes com osteoporose, e por conseqüência um maior risco de fraturas ósseas que podem estar associadas com estes usos.

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Publicado

2012-05-04