Imunosupressão crônica e potencial relação com carcinoma vulvar: relato de caso

Autores

  • Greice de Campos Oliveira Unversidade Católica de Brasília
  • Bruna Gabriel Heinen Unversidade Católica de Brasília
  • Paula Marques Migowski Carvalho Unversidade Católica de Brasília
  • Flávio Henrique Frederico Guimarães
  • Igor Alexandre Protzner Morbeck Unversidade Católica de Brasília

Resumo

A imunossupressão terapêutica está frequentemente associada ao aparecimento de diversos tipos de tumores, incluindo carcinoma vulvar, uma neoplasia rara que geralmente acomete mulheres acima de 65 anos. Os imunossupressores são capazes de inibir a resposta imune celular e, consequentemente, diminuem a ação do sistema imunológico. Assim, as células do sistema imunológico não atuam de maneira adequada para impedir a proliferação celular em casos de infecção prévia por micro-organismos patogênicos. Relatamos o caso de uma paciente com 41 anos, diagnosticada com papilomavírus humano (HPV) genital há 18 anos e submetida a tratamento quimioterápico por cerca de 4 meses devido ao aparecimento de carcinoma epidermoide vulvar recidivado. Vários estudos sugerem que infecções por HPV, principalmente o tipo 16, têm aumentado a incidência desse carcinoma em mulheres jovens.

 

 

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Publicado

2014-05-01