Tromboembolismo pulmonar pós colecistectomia

Autores

  • Gleim Dias de Souza UCB, FACIPLAC, HBDF
  • Ronaldo Mafia Cuenca UNB, HUB
  • Luciana Rodrigues Queiroz de Souza HBDF
  • Gabriela Gomes de Souza FACIPLAC
  • Karina Mezalira FACIPLAC

Resumo

O tromboembolismo pulmonar é uma das principais complicações e causa de morte associados com cirurgias, lesões e enfermidades médicas, e pode ocorrer, dentre outras causas, após imobilização prolongada do paciente no leito. A incidência de tromboembolismo pós colecistectomia pode ser de 55% mesmo após a profilaxia adequada1. No geral, anualmente essa incidência é relatada na faixa entre 23 a 69 casos por 100.000 habitantes2. Os principais métodos de imagem utilizados no diagnóstico são representados por angiografia pulmonar e tomografia computadorizada com contraste endovenoso (TC). Na última década vários estudos têm demonstrado que a TC multislice apresenta elevada sensibilidade e especificidade no diagnóstico de tromboembolismo pulmonar agudo. ³

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Gleim Dias de Souza, UCB, FACIPLAC, HBDF

Médico, doutor, preceptor da residência médica do Hospital de Base do Distrito Federal, docente do curso de Medicina da Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto Central e da Universidade Católica de Brasilia.

Ronaldo Mafia Cuenca, UNB, HUB

Doutor, professor de gastroenterologia da Universidade de Brasília.

 

Luciana Rodrigues Queiroz de Souza, HBDF

Médica, Mestre, radiologista do Hospital de Base do Distrito Federal

Gabriela Gomes de Souza, FACIPLAC

Acadêmica do curso de Medicina da Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto Central.

Karina Mezalira, FACIPLAC

Acadêmica do curso de Medicina da Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto Central.

Downloads

Publicado

2015-05-09