Distrofia viteliforme de Best com boa acuidade visual em paciente de idade – relato de caso

Autores

  • Nelson de Almeida Filho Hospital de Ensino da Santa Casa de Misericórdia de Limeira
  • Luiza Crepaldi de Almeida Faculdade de Medicina do ABC
  • Tais Siqueira Venancio Faculdade de Medicina de Taubaté
  • Rafael Ramos Caiado Preceptor do Setor de Retina da Universidade Federal de São Paulo e Chefe do Setor de Retina da Irmandade Santa Casa de Misericórdia de Limeira

Resumo

Apresenta-se um caso de Distrofia Macular Viteliforme de Best bilateral em paciente do sexo masculino, de 60 anos de idade. Os exames apontam que a doença se encontra no estágio 4 – Vitelirruptivo. Trata-se de uma doença rara de herança autossômica, que pode se manifestar na infância ou adolescência, mas frequentemente ocorre antes dos 40 anos de idade. A doença evolui progressivamente e leva à perda da acuidade visual. O grau da perda visual pode variar bastante entre os pacientes. Por volta dos 50 anos de idade, a perda visual costuma ser significativa. No caso apresentado, a despeito da idade do paciente e do estágio avançado da doença, a acuidade visual é boa. O seguimento, após um ano, evidencia que a doença mantém sua característica de piora progressiva e lenta. Por não haver tratamento específico para a doença de Best, optou-se pelo acompanhamento anual do paciente, que foi orientado quanto ao prognóstico visual.

 

PALAVRAS-CHAVE: Distrofia Macular Viteliforme; Transtornos da Visão; Oftalmopatias Hereditárias.

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Publicado

2015-09-13