Estimativa da frequência de realização de densitometria óssea a partir da calculadora da International Society for Clinical Densitometry (ISCD).

Autores

  • Vinicius Martins Vilela Universidade Católica de Brasília
  • Laís Dutra de Freitas Universidade Católica de Brasília
  • Henrique Freitas Araújo Universidade Católica de Brasília
  • Mariana Carneiro Figueiredo Universidade Católica de Brasília
  • Cejana de Mello Campos Universidade Católica de Brasília
  • Parizza Ramos de Leu Sampaio Universidade Católica de Brasília
  • Osvaldo Sampaio Netto Universidade Católica de Brasília

Resumo

Objetivo: avaliar a utilização da calculadora de perda óssea disponibilizada pela International Society for Clinical Densitometry (ISCD).

Métodos: Avaliar as densitometrias ósseas realizadas no período de fevereiro a maio de 2015 no Hospital das Forças Armadas pela clinica de Medicina Nuclear.

Resultados: Dentre os exames analisados obteve-se 56 pacientes com diagnóstico de osteopenia, 16 de osteoporose e 28 diagnósticos de massa óssea normal. Para pacientes com massa óssea normal a média de previsão de tempo no pior cenário (perda óssea rápida com taxa máxima – 2%) para atingir T-score de -2.5 foi de 11,07 anos (valor mínimo de 8 anos e máximo de 16,5 anos) e pacientes com osteopenia a média foi de 3,36 anos (valor mínimo de 0,5 anos e máximo de 7 anos).

Conclusão: O intervalo de realização da densitometria deve ser individualizado, sendo que em um paciente com perda óssea rápida, a realização de densitometria deve ter um intervalo mínimo de seis meses a um ano enquanto que em um paciente com perda relacionada estritamente ao envelhecimento o intervalo mínimo deve ser de um a dois anos.

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Publicado

2015-12-28