Hérnia Inguinoescrotal Encarcerada

Autores

  • Lourival Paiva Grillo Júnior Universidade Católica de Brasília
  • Samuel de Sousa Alencar Universidade Católica de Brasília
  • Icaro Pinto Silva Universidade Católica de Brasília
  • Gleim Dias de Souza Universidade Católica de Brasília
  • Luciana Rodrigues Queirós de Souza Hospital de Base

Resumo

A hérnia inguinoescrotal encarcerada é notada como uma massa na região inguinal e escrotal, que não pode reduzir-se espontaneamente. É mais comum em homens, lactentes e nos idosos. A presença de massa intermitente na região inguinal é o quadro clássico de pacientes com hérnia. Se evoluir para o encarceramento poder-se-á apresentar vômitos, dor em cólica, distensão abdominal e parada na eliminação de fezes e gases. O diagnóstico de hérnia encarcerada geralmente é feito através da palpação no exame físico. Todavia em alguns casos, utiliza-se a tomografia computadorizada, ultrassonografia. É importante que se verifique a presença de testículo no escroto, para excluir um testículo retrátil como causa do abaulamento na região inguinal. O diagnóstico e tratamento feitos precocemente evita complicações e melhora o prognóstico. Relatamos o caso clínico de um paciente de 79 anos de idade admitido no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) apresentando dor, edema, e aumento volumétrico da bolsa escrotal esquerda.

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Biografia do Autor

Lourival Paiva Grillo Júnior, Universidade Católica de Brasília

Radiologia

Samuel de Sousa Alencar, Universidade Católica de Brasília

Icaro Pinto Silva, Universidade Católica de Brasília

Gleim Dias de Souza, Universidade Católica de Brasília

Luciana Rodrigues Queirós de Souza, Hospital de Base

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Publicado

2016-05-15