Análise do boletim de Apgar em dados do Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos registrados em um hospital do interior do estado do Ceará, Brasil.
Resumo
Objetivou-se no presente trabalho avaliar a vitalidade de recém-nascidos, através do índice de Apgar, relacionando à características materno-obstétricos. Trata-se de um estudo de caráter exploratório, quantitativo, descritivo, retrospectivo, com análise documental. Os sujeitos deste trabalho foram as gestantes atendidas no referido hospital a partir das declarações de nascidos vivos (n=1.243) entre os anos de 2011 a 2015. Foram incluídos dados referentes a esses sujeitos bem como de seus rebentos. As variáveis analisadas foram aquelas que permitissem traçar uma possível correlação entre índice de Apgar e dados obstétricos: idade maternal, idade gestacional, tipo de parto, número de consultas pré-natal e o valor de Apgar no 5o minutos de vida. Com relação ao tipo de parto não foi observado diferença marcante entre parto vaginal e parto Cesário no melhor índice de Apgar (8-10). Sobre a idade materna os melhores índices (8-10) foram obtidos em maiores percentuais na faixa etária de 20 a 29 anos. Em relação à idade gestacional (duração da gestação) os maiores percentuais com melhor índice (8-10) foram encontrados entre 37 a 41 semanas de gestação. Sobre o número de consultas pré-natal o melhor índice (8-10) foi obtido em maior percentual em mulheres que realizaram mais de 07 consultas pré-natal. Com o presente trabalho foi possível relacionar o índice de Apgar com as variáveis materno-obstétricas que corroboram com os achados na literatura.Downloads
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2016-10-10
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Artigo original