Um caso de corioangioma na gravidez

Autores

  • Parizza Ramos de Leu Sampaio Universidade Católica de Brasília
  • Diego Fraga Rezende Universidade Católica de Brasília
  • Adriana Gualda Garrido Universidade de Brasília

Resumo

O corioangioma é o tumor benigno mais comum de placenta ocorrendo em aproximadamente 1% de todas as gestações ou em 0,5-1% de todas as placentas de termo examinadas. Eles se comportam como lesões pequenas, únicas, intra-placentária, encapsuladas projetando para a superfície fetal, geralmente perto da inserção do cordão umbilical. Na maioria dos casos, o tamanho do tumor se estabiliza, e, portanto, permanece assintomática, ou então ele cresce e causa consequências materno e fetal. As principais complicações são fetais como: insuficiência cardíaca, polidrâmnio (14% -28%), restrição de crescimento intra-uterino (30%), prematuridade (40%). Embora o diagnóstico precoce de corioangioma seja importante para otimizar o resultado perinatal, é difícil fazer um diagnóstico diferencial preciso das massas placentárias, mas o Doppler colorido ajuda a diferenciar esse tumor dos demais tumores da placenta mostrando a alta vascularização dentro do tumor e com isso fornece informações importante no prognóstico e permite tomar medidas adequadas de precaução quanto as complicações perinatais associadas ao tumor.  

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Biografia do Autor

Parizza Ramos de Leu Sampaio, Universidade Católica de Brasília

médica, especialista em Ginecologia e Obstetrícia, mestre, professora do Curso de Medicina da Universidade Católica de Brasília.

Diego Fraga Rezende, Universidade Católica de Brasília

médico, graduado pelo Curso de Medicina da Universidade Católica de Brasília

Adriana Gualda Garrido, Universidade de Brasília

médica, especialista em Ginecologia e Obstetrícia, ultrassonografista da Centro de Diagnóstico Ultrassonográfico, graduada pelo Curso de Medicina da Universidade de Brasília.

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Publicado

2016-05-15