A importância de múltiplos alvos no tratamento cirúrgico da agressividade refratária

Autores

  • Thaís de Jesus Brasil Borges PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
  • Ana Paula Abreu D' Assunção PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
  • Ledismar José da Silva
  • Lucas Avelino Gomes de Oliveira PUC GOIAS
  • Paula Hollanda De Araujo PUC GOIAS

Resumo

A agressividade humana é condição que assume prevalência crescente e tem grande impacto social. Existem várias teorias sobre sua etiologia, as quais se edificam em substratos biológicos, genéticos e socioculturais na tentativa de justificá-la. Em casos de refratariedade ao tratamento convencional, feito de forma multidisciplinar, as cirurgias para desordens psiquiátricas podem ser uma opção para pacientes previamente submetidos ao tratamento com psicoterapia bem supervisionada, farmacoterapia e/ou eletroconvulsoterapia. Os pacientes que deixam de responder ou que não respondem do modo esperado a esses tratamentos, permanecendo gravemente incapacitados, podem ser considerados candidatos para intervenção cirúrgica. Este trabalho teve como objetivo relatar dois casos clínicos nos quais os pacientes foram refratários também ao tratamento cirúrgico convencional, sendo necessária abordagem em múltiplos alvos encefálicos em tempos cirúrgicos diferentes.

Palavras-chave: agressividade; múltiplos alvos; neurocirurgia; refratariedade

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Biografia do Autor

Thaís de Jesus Brasil Borges, PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS

Acadêmica de medicina

Ana Paula Abreu D' Assunção, PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS

Acadêmica de medicina

Ledismar José da Silva

Neurocirurgião

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Publicado

2017-10-24