Prevalência de Doenças Crônicas Não Transmissíveis em população no assentamento da reforma agrária no Pontal do Triângulo Mineiro.

Autores

  • Nathalia Sousa Lima Graduanda em Ciências Biológicas. Universidade Federal de Uberlândia, Faculdade de Ciências Integradas do Pontal.
  • Luciana Karen Calábria PhD. Doutora em Genética e Bioquímica. Universidade Federal de Uberlândia, Faculdade de Ciências Integradas do Pontal.
  • Janyne Vilarinho Melo Graduanda em Ciências Biológicas. Universidade Federal de Uberlândia, Faculdade de Ciências Integradas do Pontal.
  • Nathalia Barbar Cury Rodrigues Graduanda em Ciências Biológicas. Universidade Federal de Uberlândia, Faculdade de Ciências Integradas do Pontal.
  • Patricia das Dôres Lopes Graduanda em Ciências Biológicas. Universidade Federal de Uberlândia, Faculdade de Ciências Integradas do Pontal.
  • Ana Claúdia Borges Graduanda em Ciências Biológicas. Universidade Federal de Uberlândia, Faculdade de Ciências Integradas do Pontal.
  • Isadora Paula Franco Graduanda em Ciências Biológicas. Universidade Federal de Uberlândia, Faculdade de Ciências Integradas do Pontal.
  • César Gómez Hernández Doutor em Medicina Tropical e Infectologia. Universidade Federal do Triângulo Mineiro.
  • Thiago Augusto Rosa Ciências Biológicas. Universidade Federal de Uberlândia, Faculdade de Ciências Integradas do Pontal.
  • Eduarda Luiza Silva Graduanda em Ciências Biológicas. Universidade Federal de Uberlândia, Faculdade de Ciências Integradas do Pontal.
  • Karine Rezende Oliveira Doutora em Medicina Tropical e Infectologia. Universidade Federal de Uberlândia, Faculdade de Ciências Integradas do Pontal.

Resumo

Objetivo: Foi realizado estudo com moradores de um assentamento no município de Ituiutaba, Minas Gerais para avaliar fatores de risco para o desenvolvimento de Doenças Crônicas não transmissíveis. Métodos: Participaram do estudo indivíduos, com idade entre 17 e 78 anos de ambos os sexos e moradores do assentamento. Foram colhidas amostras de sangue de 15 indivíduos para avaliar colesterol total, triglicerídeos, colesterol HDL, colesterol LDL, tabagismo e etilismo. Foi aplicado um questionário para 50 indivíduos para avaliar questões sócio econômicas e hábitos alimentares e comportamentais. Resultados: Responderam ao questionário 31 (62%) indivíduos do gênero masculino e 19 (37%) mulheres. Do total, 18% relataram ser fumantes e 28% declararam etilismo. Quanto a prática de exercícios físicos 30% afirmaram realizar alguma atividade física. Considerando os resultados obtidos, os níveis totais mantiveram-se dentro da faixa desejável para a maioria dos parâmetros avaliados, sendo 93,3% para glicemia (< 100 mg/dL) 66,6% para colesterol total (< 200 mg/dL) e triglicerídeos (<150 mg/dL); e 40% para LDLc (<100 mg/dL). Entretanto, ressaltamos a prevalência significante para os valores não recomendados, sendo 33,4% para colesterol total (200-239 mg/dL); 33,3% para LDLc (> 130 mg/dL); 33,3% para triglicerídeos (150-200mg/dL); e 71,4% para HDLc (<40mg/dL).Conclusão: Observamos uma alta prevalência de fatores de risco cardiovasculares na população do assentamento na área rural, sugerindo que os mesmos devem ser monitorados. As observações são importantes para justificar a necessidade de ações de políticas públicas efetivas de prevenção de doenças cardíacas, na população de assentados, muitas vezes marginalizados e sem orientação específica.

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Publicado

2018-06-07