Ética, autonomia e doença mental

Autores/as

  • Hállyfe Rodrigues Venâncio de Godoy Universidad Católica de Brasilia image/svg+xml
  • Fernanda Borges Gonçalves Universidad Católica de Brasilia image/svg+xml
  • Ulysses Rodrigues de Castro Universidad Católica de Brasilia image/svg+xml

Palabras clave:

Desenvolvimento, Crescimento, Liberdade Econômica, Nova Economia Institucional

Resumen

Muito se fala nos desafios do manejo prático de doentes mentais. Nesse contexto, as novas visões éticas para o atendimento médico a um paciente se fazem propícias na avaliação desse cuidado. Têm-se que o principal tema ético em doenças mentais é o princípio da autonomia pois é exatamente este que acredita-se estar reduzido nessas pessoas. Nesse sentido, o tratamento a esses indivíduos deve ser diferenciado e principalmente baseado nos limites de aceitação da própria pessoa sobre a situação de sua saúde física e do comprometimento de sua inserção social. Pode-se promover uma aproximação da ética a esse contexto. Para tanto, a esquizofrenia é utilizada como modelo de doença mental por sua característica clínica incapacitante em um âmbito social. As atribuições necessárias ao profissional de saúde mental também devem ser discutidas baseadas na autonomia que deve ser conferida ao paciente psiquiátrico. A compreensão desse desafio visando a humanização das instituições de saúde mental e a promoção do respeito por esses pacientes deve permanecer como foco da atuação profissional.

Biografía del autor/a

  • Hállyfe Rodrigues Venâncio de Godoy, Universidad Católica de Brasilia
  • Fernanda Borges Gonçalves, Universidad Católica de Brasilia
  • Ulysses Rodrigues de Castro, Universidad Católica de Brasilia

Publicado

2012-05-04

Cómo citar

Ética, autonomia e doença mental. (2012). Revista De Medicina E Saúde De Brasília, 1(1). https://portalrevistas.ucb.br/index.php/rmsbr/article/view/3091