Síndrome de Stevens-Johnson - relato de caso

Autores

  • Vitorino Modesto Santos Hospital das Forças Armadas e Universidade Católica de Brasília
  • Lessandra Silva Bazi Hospital das Forças Armadas image/svg+xml
  • Luciana Nunes Assis Daameche Hospital das Forças Armadas image/svg+xml
  • David Lima Pedrosa Hospital das Forças Armadas (HFA) e Força Aérea Brasileira (FAB)
  • Ariadne Mota Revoredo Soares Hospital das Forças Armadas image/svg+xml

Palavras-chave:

Educomunicação, Comunicação, Mídia, Educação, Cidadania

Resumo

Entre as reações imunes graves a medicamentos, a síndrome de Stevens-Johnson e a necrólise epidérmica tóxica são caracterizadas por acometimento da pele e de mucosas com lesões maculares e erupções morbiliformes dolorosas, que podem evoluir com bolhas e erosão da pele por necrólise. Tem grande potencial de letalidade quando não tratadas de forma rápida e adequada. As lesões cutâneas em alvo, além do acometimento de mucosas (ocular, nasal, genital e gastrointestinal), são essenciais para caracterizar a síndrome. Em caso de medicação suspeita, essa deve ser suspensa de imediato. Apesar de baixa incidência, a mortalidade é elevada e sequelas ocorrem com a progressão das lesões. O desnudamento de pele e mucosas aumenta o risco de infecção secundária. Relata-se um caso de síndrome de Stevens-Johnson com diagnóstico precoce e cuidados em unidade para tratamento intensivo de queimados. Houve boa resposta ao tratamento, com regressão das lesões e sem infeção secundária, Enfatiza-se o bom prognóstico em doença com altas taxas de mortalidade e de complicações.

Biografia do Autor

  • Vitorino Modesto Santos, Hospital das Forças Armadas e Universidade Católica de Brasília
    Professor Adjunto I da UCB e Preceptor do Departamento de Medicna Interna do HFA
  • Lessandra Silva Bazi, Hospital das Forças Armadas
    Médica Residente de Clínica Médica do Hospital das Forças Armadas
  • Luciana Nunes Assis Daameche, Hospital das Forças Armadas
    Médica Residente de Clínica Médica do Hospital das Forças Armadas
  • David Lima Pedrosa, Hospital das Forças Armadas (HFA) e Força Aérea Brasileira (FAB)
    Preceptor de Reumatologia do Hospital das Forças Armadas (HFA), e 1º Tenente médico da Força Aérea Brasileira (FAB)
  • Ariadne Mota Revoredo Soares, Hospital das Forças Armadas
    Preceptora de Dermatologia do Hospital das Forças Armadas

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Publicado

2019-05-26

Como Citar

Síndrome de Stevens-Johnson - relato de caso. (2019). Revista De Medicina E Saúde De Brasília, 7(3). https://portalrevistas.ucb.br/index.php/rmsbr/article/view/9564