RESPOSTAS DA PRESSÃO ARTERIAL DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA DURANTE EXPEDIENTE DE TRABALHO EM SALA DE MUSCULAÇÃO

Bruno Soares, Caio Victor Sousa, Noriberto Barbosa da Silva, Nanci França, Marcelo Magalhães Sales

Resumo


O sedentarismo pode ser responsável por diversas doenças que acometem a população nos dias hoje, entre elas a hipertensão arterial sistêmica, além disso, indivíduos sedentários podem ser mais reativos a situações de estresse, como uma rotina de trabalho com desgaste físico demasiado. Portanto, o objetivo do estudo foi investigar os efeitos do nível de atividade física (NAF) sobre a resposta da pressão arterial (PA) de professores de educação física durante um dia da rotina de trabalho em sala de musculação. Vinte homens, profissionais de educação física, preencheram um questionário de nível de atividade física (IPAQ – versão curta) e foram divididos no percentil 50 do equivalente metabólico em “Mais Ativos” e “Menos Ativos”, em seguida, foram feitas medidas de composição corporal (massa corporal, estatura e IMC) e mensurações da PA em repouso e de hora em hora durante o turno de trabalho de 4 horas na sala de musculação, no período matutino. Não houve diferença estatística sobre parâmetros hemodinâmicos (PA e FC) durante o turno de trabalho em comparação aos valores de repouso em nenhum dos grupos (mais e menos ativo). Adicionalmente, a comparação entre-grupos também não mostrou diferença em nenhum dos momentos. Conclui-se que o NAF parece não influenciar as respostas de PA de professores de educação física durante o expediente de trabalho em sala de musculação e que essa rotina de trabalho parece não elevar de forma significativa a variável em questão em comparação a valores de repouso.

Palavras-chave


Treinamento resistido; Aptidão física; Esgotamento profissional; Hemodinâmica

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DOI: http://dx.doi.org/10.18511/rbcm.v24i3.6083

R. Bras. Ci. e Mov./ Brazilian Journal of Science and Movement