Princípio do Tratamento Nacional ao acordo geral de tarifas e comércio e a isenção de ICMS ao peixe brasileiro: análise da controversa aplicação

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/ealr.v12i3.12813

Palavras-chave:

Amputação, Membros Artificiais, Esportes, Esportes para Pessoas com Deficiência, Atividades Cotidianas, Qualidade de Vida

Resumo

A pesquisa expõe, para uma melhor compreensão do tema, aspectos relevantes sobre o nascimento do Acordo Geral de Tarifas e Comercio (General Agreement on Tariffs and Trade – GATT) e da Organização Mundial do Comércio (OMC) de forma analítica, com alguns dos pontos controversos de sua aplicação. Inúmeras discussões ocorreram no âmbito de Tribunais brasileiros, pois buscava-se a compreensão sobre a natureza  e o tratamento tributário do bacalhau da Noruega, tendo em vista a tributação do peixe seco e salgado do Brasil, analisando uma possível similaridade entre os produtos em tese. O objetivo geral é demonstrar que as conclusões do judiciário pátrio restaram-se equivocadas, em dissonância com o real significado do termo e com os padrões de reconhecimento de like product da OMC. Neste sentido, a metodologia utilizada foi a exploratória, que destinou-se a garantir uma análise do conceito da similaridade do GATT; utilizou-se uma abordagem qualitativa voltada a aprofundar e compreender o debate sobre o assunto. A pesquisa é descritiva e exploratória, visto que conceitua, explica, descreve, interpreta, inova, discute e esclarece os fatos. Percebe-se também que as críticas dos países são coerentes ao referido acordo, uma vez que ignora-se as necessidades de todos os signatários, podendo prejudicá-los no seu mercado interno e externo. Concluiu-se, após a análise do conceito de similaridade, que o bacalhau e o peixe brasileiro não são produtos similares.

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Biografia do Autor

Sócrates Costa Oliveira, Universidade Federal do Ceará

Mestrando em Direito (Universidade Federal do Ceará). Pós-graduado em Direito e Processo Tributário na UNIFOR. Integrante do Projeto de Pesquisa Estratégias para a gestão sustentável dos resíduos plásticos nos mares e oceanos: contribuições para um diálogo entre o nacional, o regional e o internacional (Cnpq/UFC). Advogado. 

Fernanda Mara de Oliveira Macedo Carneiro Pacobahyba, Universidade de Fortaleza - UNIFOR

Doutora em Direito Tributário pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Mestre em Direito Constitucional pela UNIFOR. Professora dos cursos de pós - graduação da Universidade de Fortaleza e do Instituto Brasileiro de Estudos Tributários. Auditora Fiscal Jurídica da Receita Estadual do Estado do Ceará (SEFAZ/CE).

Bleine Queiroz Caúla, Universidad Rovira i Virgili - Tarragona, Espanha (Doutora). Universidade de Fortaleza - UNIFOR (Professora assistente)

Doutora em Direito, linha Estratégia Global para o Desenvolvimento Sustentável - Universidade Rovira i Virgili, Tarragona, Espanha. Professora Assistente do Curso de Direito da Universidade de Fortaleza. Advogada. Pedagoga. Coordenadora do Seminário Diálogo Ambiental, Constitucional e Internacional.

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Publicado

2022-02-20