Petrobras S.A, estratégias, fragmentação e interesses: uma análise do período 2006-2018

Autores

  • Leonardo Bispo de Jesus Universidade Federal da Bahia (UFBA)
  • Hamilton Moura Ferreira Universidade Federal da Bahia (UFBA)

DOI:

https://doi.org/10.31501/ealr.v12i2.11307

Resumo

A Indústria de Petróleo e Gás Natural (IPGN) brasileira, após a promulgação da lei 12.351/2010, que imputava a Petrobras a participação mínima de 30% no consórcio formado para executar as atividades sob o regime de partilha da produção, vem passando por algumas mudanças no plano jurídico e de gestão estratégica de seu principal player, a Petrobras. O objetivo do artigo é, justamente, analisar o conteúdo de tais mudanças. Para atingir o objetivo proposto, identificou-se as referidas mudanças e se analisou a estrutura da IPGN mundial, a evolução dos indicadores econômico-financeiros da Petrobras no período 2006-2018 e a avaliação desta companhia pelas agências de ratings neste período. Concluiu-se que as referidas mudanças estão alinhadas com o modelo de governança baseado na perspectiva de Maximização de Valor para o Acionista (MVA), o que tem implicações importantes no que se refere a competitividade da Petrobras e a sua relevância para o desenvolvimento industrial brasileiro.

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Biografia do Autor

Leonardo Bispo de Jesus, Universidade Federal da Bahia (UFBA)

Doutor em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Professor Adjunto I da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Pesquisador da Unidade de Estudos Setoriais (UNES-UFBA).

Hamilton Moura Ferreira, Universidade Federal da Bahia (UFBA)

Doutor em Economia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Professor Associado IV da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Coordenador e pesquisador da Unidade de Estudos Setoriais (UNES-UFBA).

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Publicado

2021-09-13