Resistência à fratura de pré-molares com preparos extensos do tipo inlay submetidos a diferentes procedimentos restauradores

Autores

  • Daniele Machado da Silveira Pedrosa
  • Luís Roberto Marcondes Martins
  • Celso de Freitas Pedrosa-Filho

Resumo

Avaliar a resistência à fratura de pré-molares superiores com
preparos cavitários extensos submetidos a diferentes procedimentos
restauradores. Foram selecionados 50 pré-molares, que foram incluídos em
cilindros de resina, e divididos em cinco grupos. Os dentes do Grupo 1
permaneceram íntegros, e dos grupos 2 ao 5 receberam preparos cavitários
amplos do tipo MOD. Os grupos 1 e 2 atuaram como controle, e os grupos 3
ao 5 receberam, respectivamente, restaurações direta em compósito, indireta
em compósito, e em amálgama. As amostras foram submetidas ao ensaio
mecânico de compressão utilizando célula de carga com ponta ativa esférica
de 5,0 mm de diâmetro, com velocidade de 0,5 mm/min, até fratura do dente
e/ou restauração. Os valores médios foram submetidos à análise de variância e
teste de Tukey com nível de significância de 5% (?=0,05). Grupo 1 =
176,13±52,56 kgf (A), grupo 4 = 117,72±32,92 kgf (B), grupo 3 =
103,72±19,02 kgf (B), grupo 5 = 63,95±20,28 kgf (C) e grupo 2 =
22,41±10,51 kgf (D). Os pré-molares íntegros apresentaram os maiores
valores de resistência à fratura, mostrando-se superiores aos demais grupos.
As restaurações adesivas diretas e indiretas em resina composta apresentaram
resistência à fratura semelhante e suas médias foram estatisticamente
superiores ao grupo restaurado com amálgama. O grupo de dentes apenas
preparados e não restaurados apresentou significativamente os menores
resultados.

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Biografia do Autor

Daniele Machado da Silveira Pedrosa

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Publicado

2016-11-24

Edição

Seção

Pesquisa Científica Original