COMPARAÇÃO ENTRE DIFERENTES APARELHOS DE BIOIMPEDÂNCIA PARA AVALIAÇÃO DO PERCENTUAL DE GORDURA

Autores

  • Adilson Domingos dos Reis Filho Universidade de Cuiabá (UNIC); Centro Universitário de Várzea Grande (UNIVAG).
  • Fabricio Cesar de Paula Ravagnani Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima (IFRR)
  • Marcos Paulo Padilha de Oliveira Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal (UNIDERP)
  • Carlos Alexandre Fett Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)
  • Arturo Alejandro Zavala Zavala Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)
  • Christianne de Faria Coelho-Ravagnani Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v19i2.2183

Resumo

A bioimpedância (BIA) tetra polar de corpo inteiro é tida como um equipamento com melhor acurácia para a avaliação da composição corporal, porém, seu alto custo restringe sua utilização. Com isso, aparelhos de BIA com menor custo foram desenvolvidos. No entanto, a fidedignidade, confiabilidade e eficácia desses aparelhos ainda são controversas. O presente estudo objetivou comparar diferentes aparelhos de BIA para avaliação do percentual de gordura (%G) em universitários. Participaram do estudo 60 indivíduos (33 homens e 27 mulheres) com idade entre 18 e 38 anos (23,2±4,7 anos). Foram avaliados a massa corporal, a estatura e o índice de massa corporal (IMC=kg/m2). O %G foi determinado nos aparelhos de bioimpedância tetra polar de corpo inteiro Biodynamics® modelo 310 (BIO), de membros superiores OMRON® HBF 306BL (OMR) e de membros inferiores TANITA® FS088R (TAN). Utilizou-se para análise estatística o teste de Kruskal-Wallis para verificar a variância, análise de concordância através do Coeficiente de Correlação Intraclasse e plotagem de Bland-Altman. Não houve diferença estatística entre o %G obtido nos aparelhos BIO; OMR e TAN (16,4%, 14,5% e 17,3%; p=0,09) no grupo masculino e BIO; OMR e TAN (25,7%, 23,5 e 25,0%; p=0,36) para o grupo feminino. Além disso, houve correlação significativa entre os instrumentos TAN x BIO (0,76; p<0,0001), OMR x BIO (0,73; p<0,001) no grupo masculino e TAN x BIO (0,76; p<0,0001) e OMR x BIO (0,71; p<0,0001) no feminino. Foram observadas na plotagem de Bland-Altman diferenças médias próximas de zero. Não foram observadas diferenças significativas para o %G obtido pelos equipamentos de bioimpedância de corpo inteiro (Biodynamics®), de membros superiores (OMRON®) e de membros inferiores (TANITA®). Além disso, houve correlação forte e significativa entre os três aparelhos.

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Biografia do Autor

Adilson Domingos dos Reis Filho, Universidade de Cuiabá (UNIC); Centro Universitário de Várzea Grande (UNIVAG).

Universidade de Cuiabá (UNIC); Centro Universitário de Várzea Grande (UNIVAG); Núcleo de Aptidão Física, Metabolismo e Saúde (NAFIMES/UFMT).

Fabricio Cesar de Paula Ravagnani, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima (IFRR)

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima (IFRR); Núcleo de Aptidão Física, Metabolismo e Saúde (NAFIMES/UFMT).

Carlos Alexandre Fett, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)

Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT); Núcleo de Aptidão Física, Metabolismo e Saúde (NAFIMES/UFMT).

Arturo Alejandro Zavala Zavala, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)

Faculdade de Economia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT); Núcleo de Aptidão Física, Metabolismo e Saúde (NAFIMES/UFMT).

Christianne de Faria Coelho-Ravagnani, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)

Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT); Núcleo de Aptidão Física, Metabolismo e Saúde (NAFIMES/UFMT).

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Publicado

2011-07-27

Edição

Seção

Artigo Original