RELAÇÃO ENTRE FORÇA ISOMÉTRICA DE EXTENSÃO DE JOELHOS E QUADRIS E O DESEMPENHO NA VIRADA DO NADO LIVRE
DOI:
https://doi.org/10.31501/rbcm.v25i2.6577Palavras-chave:
Econometria, salário, eficiência, mercado de geração de energia elétricaResumo
O estudo objetivou verificar a correlação da força isométrica de extensão de joelho e quadris com o desempenho na virada do nado livre. Participaram do estudo 9 nadadores com experiência em competições de natação (idades: 23,11 ± 4,20 anos; estatura: 178 ± 0,05 cm; massa: 77,73 ± 8,56 kg; IMC: 24,46 ± 2,40 kg/m²). Um transdutor de força acoplado ao aparelho leg press horizontal foi usado para determinar a contração voluntária máxima e a taxa de desenvolvimento de força pico em três diferentes ângulos de joelho (78,4 ± 5,9o; 100,4 ± 5,3o; 116,2 ± 8,8o) durante extensão máxima de joelhos e quadris. O desempenho da virado do nado livre foi registrado por videogametria subaquática e analisado por meio de um software específico. Cada nadador realizou três viradas máximas sendo registrado o melhor tempo entre as tentativas. Os resultados indicaram que os maiores ângulos registraram maiores picos de contração voluntária máxima: 2279,14 ± 441,89 N; 4690,98 ± 1148,06 N; 5052,57 ± 1349,92 N e taxa de desenvolvimento de força pico: 18068,33 ± 3238,18 N/s; 24790,11 ± 7214,60 N/s; 25684,88 ± 9366,64 N/s. A correlação foi significativa (r = - 0,74) entre o desempenho da virada do nado livre (1,80 ± 0,14s) e a contração voluntária máxima no maior ângulo. Logo, a capacidade de membros inferiores em produzir força máxima, em ângulos de extensão de joelhos e quadris próximos a 116°, pode ter importante papel no desempenho da virada. Além do mais, essa avaliação pode ser uma ferramenta na avaliação e prescrição de treinamento de viradas.Downloads
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Publicado
11-08-2017
Edição
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Artigo Original
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Como Citar
Correia, R. A., Prado, A., Teixeira, C., & Franken, M. (2017). RELAÇÃO ENTRE FORÇA ISOMÉTRICA DE EXTENSÃO DE JOELHOS E QUADRIS E O DESEMPENHO NA VIRADA DO NADO LIVRE. Revista Brasileira De Ciência E Movimento, 25(2), 13-22. https://doi.org/10.31501/rbcm.v25i2.6577






