INFLUÊNCIA DO CICLO MENSTRUAL NA FORÇA MUSCULAR E PERCEPÇÃO DE ESFORÇO EM ATLETAS DE NATAÇÃO DOI: http://dx.doi.org/10.18511/0103-1716/rbcm.v23n4p121-127

Authors

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  • Eveline Moreira Moraes Federal University of Rio de Janeiro image/svg+xml
  • André Luiz Teixeira
  • Ingrid Bárbara Ferreira Dias Federal University of Rio de Janeiro image/svg+xml
  • Roberto Simão

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v23i4.5190

Abstract

DOI: http://dx.doi.org/10.18511/0103-1716/rbcm.v23n4p121-127 RESUMO: A influência das diferentes fases do ciclo menstrual (CM) no desempenho físico tem sido alvo de diversos estudos. Entretanto, os achados relacionados à força muscular ainda permanecem controversos. O objetivo do presente estudo foi verificar a influência do CM na força muscular e percepção subjetiva do esforço (PSE) em atletas de natação usuárias de contraceptivos orais. Dez atletas das categorias Sênior e Júnior (18,7 ± 1,6 anos; 64,4 ± 5,4 kg; 165,0 ± 0,0 cm) realizaram, de forma aleatória, três sessões experimentais, sendo uma em cada fase do CM: folicular (1º ao 4º dia do CM), ovulatória (12º ao 15º dia) e lútea (21º ao 27º dia). A força muscular foi avaliada pelo teste de dez repetições máximas (10RM) nos exercícios: leg-press 45º, puxada pela frente, agachamento livre e supino reto. A PSE foi verificada através da escala OMINI-RES (0 a 10). Os resultados demonstraram que a carga para 10RM na puxada pela frente foi maior na fase ovulatória (33,0 ± 2,58 kg) em comparação a fase folicular (30,5 ± 1,58 kg; p < 0,05). No agachamento houve diferença entre as fases folicular (70,0 ± 20,68 kg; p < 0,05) e lútea (78,3 ± 20,47 kg; p < 0,05). Para a PSE, houve diferença apenas no supino reto entre as fases folicular e lútea (7,8 ± 1,23 vs. 9,0 ± 1,25, respectivamente; p < 0,05). Podemos concluir que as diferentes fases do CM podem alterar a força muscular e a PSE em atletas de natação que utilizam contraceptivos orais.

Author Biographies

  • Lua Santos Fortes, Federal University of Rio de Janeiro
    Especialista em Educação Física, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
  • Eveline Moreira Moraes, Federal University of Rio de Janeiro
    Mestre em Educação Física, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
  • André Luiz Teixeira
    Especialista em Educação Física, Universidade Gama Filho (UGF), Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
  • Ingrid Bárbara Ferreira Dias, Federal University of Rio de Janeiro
    Pós-doutoranda em Clínica Médica Departamento de Medicina Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
  • Roberto Simão
    Professor adjunto da escola de educação e física e desportos da Universidade Federal do Rio de janeiro (EEFD/UFRJ), Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Published

2015-12-02

Issue

Section

Original Article