EFEITOS DE UM EXERCÍCIO PRÉVIO DE FORÇA MUSCULAR SOBRE AS RESPOSTAS DE VARIÁVEIS PSICOFISIOLÓGICAS DURANTE EXERCÍCIO AERÓBIO - DOI: http://dx.doi.org/10.18511/0103-1716/rbcm.v22n4p107-115

Autores/as

  • Fernando Lopes e Silva-Junior Universidade Católica de Brasilia (UCB/DF)
  • Fabiano Aparecido Pinheiro Universidade de São Paulo image/svg+xml
  • Eduardo Oliveira De Souza Universidade de São Paulo image/svg+xml
  • Carlos Ugrinowitsch Universidade de São Paulo image/svg+xml
  • Flávio de Oliveira Pires Universidade de São Paulo image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v22i4.4798

Resumen

O objetivo deste estudo foi verificar se a execução de um exercício prévio de força muscular alterava a taxa de modificação (slope) da percepção subjetiva de esforço (PSE), de variáveis cardiopulmonares e das concentrações de lactato sanguíneo (Lac) durante exercício aeróbio com final conhecido. Onze sujeitos do sexo masculino (23,1±0,9 anos, 174,5±7,1 cm, 70,5±8,8 kg) foram submetidos a duas diferentes condições, controle e experimental. Em ambas as condições, os sujeitos realizaram uma corrida aeróbia constante, de cinco quilômetros (5-km), com intensidade igual à 50% da diferença entre o primeiro e segundo limiares de lactato (LL1 e LL2). Na condição experimental os sujeitos realizaram um exercício prévio de resistência muscular (ERM), que consistiu em duas séries de 15 repetições máximas (15RM). Parâmetros cardiopulmonares, as Lac e a PSE foram medidos em intervalos regulares de tempo e distância. Em repouso, as Lac entre as condições controle e experimental foram 0,5±0,2 e 3,1±0,9 mmol•L-1, respectivamente (p<0,001). Não foi observada diferença no slope da PSE entre as condições (p>0,05). Na condição experimental o slope das Lac foi menor (p<0,001), enquanto os slopes do volume de dióxido de carbono (VCO2) (p<0,05) e quociente respiratório (QR) (p<0,001) foram maiores. O ERM não alterou o slope da PSE, embora algumas variáveis cardiopulmonares e Lac tenham seus slopes modificados.

Biografía del autor/a

  • Fernando Lopes e Silva-Junior, Universidade Católica de Brasilia (UCB/DF)
    Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Física, Universidade Católica de Brasília, Brasília, Distrito Federal, Brasil. Grupo de Estudos em Psicofisiologia do Exercício (GEPsE), Escola de Artes, Ciência e Humanidades, Universidade de São Paulo, São Paulo.
  • Fabiano Aparecido Pinheiro, Universidade de São Paulo
    Grupo de Estudos em Psicofisiologia do Exercício (GEPsE), Escola de Artes, Ciência e Humanidades, Universidade de São Paulo, São Paulo.
  • Eduardo Oliveira De Souza, Universidade de São Paulo
    Programa de Pós-Graduação em Biodinâmica do Movimento Humano, Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil.
  • Carlos Ugrinowitsch, Universidade de São Paulo
    Programa de Pós-Graduação em Biodinâmica do Movimento Humano, Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil.
  • Flávio de Oliveira Pires, Universidade de São Paulo
    Grupo de Estudos em Psicofisiologia do Exercício (GEPsE), Escola de Artes, Ciência e Humanidades, Universidade de São Paulo, São Paulo.

Publicado

2014-11-21

Número

Sección

Artigo Original