IDOSOS PRATICANTES DE TREINAMENTO RESISTIDO APRESENTAM MELHOR MOBILIDADE DO QUE IDOSOS FISICAMENTE ATIVOS NÃO PRATICANTES

Authors

  • Diego Brum Allendorf Instituto de Geriatria e Gerontologia PUCRS
  • Pâmela Pissolato Schopf Instituto de Geriatria e Gerontologia PUCRS
  • Bianca Carneiro Gonçalves Pontifícia Universidade católica do Rio Grande do Sul
  • Vera Elizabeth Closs Instituto de Geriatria e Gerontologia PUCRS
  • Maria Gabriela Valle Gottlieb Instituto de Geriatria e Gerontologia PUCRS

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v24i1.6014

Abstract

O processo de envelhecimento pode afetar a massa, força muscular e independência funcional. O declínio do tecido musculoesquelético interfere significativamente na capacidade funcional dos idosos. Porém, a prática regular de treinamento resistido (TR) pode postergar minimizar ou até mesmo evitar estes declínios funcionais oriundos do processo de envelhecimento. Este objetivou verificar a associação entre treinamento resistido, força muscular, mobilidade e independência entre idosos que praticam TR e idosos considerados fisicamente ativos pelo Questionário de Atividade Física Internacional (IPAQ), porém sem praticar o TR. Estudo transversal com grupo de comparação, observacional e não probabilístico. A amostra foi composta por 114 idosos divididos em dois grupos: grupo com TR (GTR):43 idosos praticantes de TR; grupo fisicamente ativos (GFA): 71 idosos considerados fisicamente ativos. As variáveis coletadas foram: sociodemográficas, de independência funcional, força e mobilidade. Instrumentos utilizados: teste sentar e levantar, dinamômetro de força, Escore de Lawton, Escala de Katz e TUG test. A amostra foi ajustada para sexo, idade, renda e escolaridade. Encontrou-se diferenças significativas em relação ao sexo, estado civil, renda e escolaridade entre os grupos (p<0,001). O grupo GTR apresentou média menor no tempo de deslocamento no TUG test (6,24±0,86 segundos) em relação ao GFA que apresentou média de 11,24±4,26 segundos (p=0,035). Concluiu-se que idosos praticantes do TR apresentaram significativamente melhor desempenho no TUG test, o que está diretamente relacionado com a prevenção de quedas e fraturas.

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Author Biographies

Diego Brum Allendorf, Instituto de Geriatria e Gerontologia PUCRS

Educador físico; Mestrando do Programa de Pós – Graduação em Gerontologia Biomédica da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Porto Alegre – RS – Brasil.

Pâmela Pissolato Schopf, Instituto de Geriatria e Gerontologia PUCRS

Fisioterapeuta; Mestranda do Programa de Pós – Graduação em Gerontologia Biomédica da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Porto Alegre – RS – Brasil.

Bianca Carneiro Gonçalves, Pontifícia Universidade católica do Rio Grande do Sul

Bacharel em Educação Física pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Porto Alegre – RS – Brasil.

Vera Elizabeth Closs, Instituto de Geriatria e Gerontologia PUCRS

Nutricionista; Doutoranda em Gerontologia Biomédica pelo Programa de Pós – Graduação em Gerontologia Biomédica da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Porto Alegre – RS – Brasil.

Maria Gabriela Valle Gottlieb, Instituto de Geriatria e Gerontologia PUCRS

Bióloga; Pós-doutora em Gerontologia Biomédica, docente do Programa de Pós – Graduação em Gerontologia Biomédica da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Porto Alegre – RS – Brasil.

Published

2015-12-02

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Original Article