AVALIAÇÃO SOBRE CONHECIMENTO E UTILIZAÇÃO DE TREINAMENTO PROPRIOCEPTIVO EM ATLETAS DE UMA EQUIPE DE FUTEBOL PERNAMBUCANA.

Autores/as

  • Ricardo Alexandre Guerra Vieira UPE
  • Gisela Rocha de Siqueira UFPE
  • Anniele Martins Silva ASCES

DOI:

https://doi.org/10.31501/rbcm.v17i4.1025

Resumen

O objetivo deste estudo foi descrever o conhecimento sobre o conceito de propriocepção e aspectos como a sua utilização prática e os tipos e mecanismos de lesões apresentadas por atletas em uma equipe de futebol do estado de Pernambuco. Foram avaliados 29 atletas, todos do sexo masculino e com idade variando entre 17 e 28 anos. Dos atletas pesquisados 79,31% (n=23) afirmaram não ter conhecimento sobre o conceito de propriocepção e 82,75% (n=24) relataram não fazerem e nem nunca terem feito algum tipo de treinamento proprioceptivo. Verificou-se ainda que 79,31% (n=23) dos pesquisados apresentaram algum tipo de lesão, com um tempo médio de afastamento da prática declarado de aproximadamente 49dias. De acordo com os resultados encontrados, os tipos de lesões mais acometidas foram a distensão, com 31,03% dos casos e a entorse com 24,13%, principalmente com localização no joelho e no tornozelo, perfazendo juntos, um total de 48,27% dos casos. Quanto ao mecanismo de lesão descrito pelos atletas, o mais comum foi o contato corporal, com 34,50% e o chute a gol e a queda com 13,80% dos casos relatados. Desta forma, conclui-se ressaltando a importância da utilização do trabalho de treinamento proprioceptivo no contexto do futebol, destacando a necessidade de realização de pesquisas mais específicas para investigar possibilidades de relação deste tipo de trabalho com a prevenção e recuperação de lesões dos atletas.

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Biografía del autor/a

Ricardo Alexandre Guerra Vieira, UPE

. Especialista em Pedagogia do Esporte e Treinamento Esportivo pela UFPE; Mestre em Hebiatria pela FOP/UPE. Professor da Faculdade do Agreste de Pernambuco/ASCES. Professor do CEFET-PE.

Gisela Rocha de Siqueira, UFPE

Mestrre em Saúde Coletiva pela UFPE; Doutoranda em Saúde da Criança e do Adolescente pela UFPE. Professora da Faculdade do Agreste de Pernambuco/ASCES. Professora da Faculdade Integrada do Recife-FIR.

Anniele Martins Silva, ASCES

Acadêmica de Fisioterapia da Associação Caruaruense de Ensino Superior

Publicado

2010-02-26

Número

Sección

Artigo Original