EFICÁCIA DO MÉTODO PILATES PARA A POSTURA E FLEXIBILIDADE EM MULHERES COM CIFOSE

Autores/as

  • Silvana Junges Pontifícia Uninersidade Católica do Rio Grande do Sul
  • Maria Gabriela Gottlieb Pontifícia Uninersidade Católica do Rio Grande do Sul
  • Rafael Reimann Baptista Pontifícia Uninersidade Católica do Rio Grande do Sul
  • Carlos Bologneses de Quadros Pontifícia Uninersidade Católica do Rio Grande do Sul
  • Thais de Lima Resende Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
  • Irênio Gomes Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v20i1.2721

Resumen

O objetivo do estudo foi avaliar a eficácia do método Pilates para a postura e flexibilidade em mulheres com hipercifose. Foi conduzido um ensaio clínico randomizado com 41 mulheres com idade média de 59 ? 9 anos. Essas mulheres foram divididas aleatoriamente em dois grupos: 22 mulheres no grupo de intervenção e 19 no grupo controle. Os exercícios foram realizados duas vezes por semana (60 minutos cada aula) durante 30 semanas. O grau de cifose foi mensurado pelo ângulo de Cobb através de um exame radiológico (Raio-X) com o paciente em pé. A flexibilidade foi medida com um flexímetro usando um protocolo específico para a flexibilidade. Uma diferença significativa no ângulo de cifose foi observada entre os dois grupos, -8,0 ± 7,5 graus para o grupo experimental e -0,6 ± 3,4 graus para o grupo controle (p <0,001). Índice de massa corporal (IMC) e percentual de gordura corporal também mostrou diferenças significativas (p <0,001) entre os grupos. O grupo de intervenção mostrou uma melhora significativa na flexibilidade de todos os movimentos cervical e do tronco. A comparação entre os grupos, antes e após a intervenção, demonstrou diferenças significativas (p <0,05) para todos os movimentos, com exceção de flexão do tronco. O método Pilates é eficaz em melhorar a postura e flexibilidade em mulheres com hipercifose, bem como reduzir a gordura corporal.

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Biografía del autor/a

Silvana Junges, Pontifícia Uninersidade Católica do Rio Grande do Sul

Faculdade de Medicina, Programa de Pós Graduação em Medicina e Ciências da Saúde da Pontifícia Uninersidade Católica do Rio Grande do Sul

Maria Gabriela Gottlieb, Pontifícia Uninersidade Católica do Rio Grande do Sul

Programa de Pós Graduação em Gerontologia Biomédica. Instituto de Geriatria e Gerontologia, Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS

Rafael Reimann Baptista, Pontifícia Uninersidade Católica do Rio Grande do Sul

Faculdade de Educação Física e Ciências do Desporto da Pontifícia Uninersidade Católica do Rio Grande do Sul

Carlos Bologneses de Quadros, Pontifícia Uninersidade Católica do Rio Grande do Sul

Faculdade de Educação Física e Ciências do Desporto da Pontifícia Uninersidade Católica do Rio Grande do Sul

Thais de Lima Resende, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

Faculdade de Enfermagem, Nutrição e Fisioterapia, FAENFI. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, RS

Irênio Gomes, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

Programa de Pós Graduação em Gerontologia Biomédica. Instituto de Geriatria e Gerontologia, Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS

Publicado

2012-07-23

Número

Sección

Artigo Original