DESENVOLVIMENTO MOTOR DE CRIANÇAS OBESAS

Autores/as

  • Lisiane Schilling Poeta Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC
  • Maria de Fátima da Silva Duarte Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC.
  • Isabela de Carlos Back Giuliano Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC
  • José Caetano da Silva Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC.
  • Ana Paula Maurília dos Santos Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC.
  • Francisco Rosa Neto Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC.

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v18i4.1235

Resumen

Avaliar o desenvolvimento motor de crianças obesas. A amostra foi composta por 64 crianças divididas em dois grupos: grupo de estudo (GE) e grupo controle (GC): O GE foi formado por 32 crianças com idades entre 6 e 10 anos de escolas públicas de Florianópolis/SC e com Índice de Massa Corporal (IMC) ? percentil 95 (obesas). O GC foi composto por 32 escolares eutróficos (IMC < percentil 85), pareados ao grupo caso em sexo e idade. As crianças participaram da avaliação antropométrica (massa corporal e estatura) para verificação do IMC. Na avaliação do desenvolvimento motor foi utilizada a Escala de Desenvolvimento Motor – EDM. Foi utilizada a estatística descritiva, o teste U de Mann Whitney e o teste t não-pareado, com nível de significância p<0,05. A média do IMC do GE foi 26,10 ± 3,79 kg/m2 e do GC foi 16,45 ±1,40 kg/m2. Apesar da classificação do desenvolvimento motor dentro da normalidade no GE e GC (normal médio), o GE apresentou resultados inferiores ao GC em todas as áreas, com diferença significante no desenvolvimento motor geral, na motricidade global, no equilíbrio e no esquema corporal. Os resultados indicam que algumas crianças obesas apresentaram dificuldades motoras, sugerindo que o desenvolvimento motor também deve ser considerado no planejamento de ações para o controle da obesidade e na prescrição da atividade física para o seu tratamento.

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Biografía del autor/a

Lisiane Schilling Poeta, Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC

Aluna do Programa de Pós-Graduação em Educação Física. Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC. Florianópolis/SC (Brasil).

Maria de Fátima da Silva Duarte, Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC.

Professora Doutora. Programa de Pós-Graduação em Educação Física. Universidade Federal de Santa Catarina –UFSC. Florianópolis/SC (Brasil).

Isabela de Carlos Back Giuliano, Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC

Professora Doutora. Departamento de Pediatria. Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC. Florianópolis/SC (Brasil).

José Caetano da Silva, Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC.

Mestre em Ciências do Movimento Humano. Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC. Florianópolis/SC (Brasil).

Ana Paula Maurília dos Santos, Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC.

Aluna do Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano . Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC. Florianópolis/SC (Brasil).

Francisco Rosa Neto, Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC.

Professor Doutor. Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano. Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC. Florianópolis/SC (Brasil).

Publicado

2011-04-06

Número

Sección

Artigo Original