INATIVIDADE FÍSICA DURANTE A PANDEMIA DA COVID-19 EM IDOSOS COM HIPERTENSÃO ARTERIAL

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.31501/rbcm.v31i1.13218

Resumen

A inatividade física ocasiona respostas fisiológicas negativas como: resistência insulínica, inflamações subclínicas, catabolismo de aminoácidos, aumento pressórico, quadros álgicos e maior risco de morbimortalidade. O distanciamento social implementado em vários estados do Brasil impactou na inatividade física e comportamento sedentário da população geral. Objetivo: avaliar os efeitos do destreinamento e inatividade física durante a pandemia da COVID-19 nos marcadores bioquímicos e pressão arterial em idosos hipertensos. Onze participantes foram avaliados antes e após seis meses de destreinamento. Resultados: O principal resultado do nosso estudo foi que seis meses de destreinamento em decorrência da pandemia da COVID-19 aumentou a pressão arterial sistólica em 14.7% (P=0,0001), diastólica 12.7% (P= 0,0001), hemoglobina glicada 25.4% (P<0,05), triglicerídeos 36% (P<0,05) e o IMC de 2.9% (P<0,05) em idosos hipertensos. Não foram encontradas diferenças no colesterol total, HDL-colesterol e LDL-colesterol mensurados antes e após o destreinamento. Conclusão: Desta forma, o destreinamento e a redução no nível de atividade em decorrência da pandemia de COVID-19 ocasionaram efeitos negativos em diferentes marcadores bioquímicos, antropométricos e pressão arterial. Assim, a prática de atividade física com segurança é um componente essencial durante o distanciamento social.

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Publicado

2024-04-19

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Artigo Original